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SukaSuka #04, #05 e #06 - As fadas mais importantes que o mundo!
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Esses últimos 3 episódios de SukaSuka foram bem variados, não posso dizer que gostei de todas as pontas, mas no geral definitivamente ficaria com um saldo bem positivo comigo.
Não é nenhuma surpresa, mas o ponto mais forte durante esses episódios foi o drama. O drama não é só bem colocado, como também a direção do anime ajuda a fortificá-lo, o trabalho visual que estão fazendo no anime é muito do meu agrado, é o tipo de coisa que eu esperaria de outras obras que falharam em entregar uma cena dramática de impacto que envolvesse mais o psicológico dos personagens.
O Willem é um protagonista interessante, o passado dele, combinado com sua personalidade e visão sobre o mundo, criam um conflito interno sobre a situação da sociedade atual. O curto sofrimento que ele passou ao saber que a missão havia falhado e que provavelmente as garotas estavam mortas foi um ponto decisivo pra criar a mentalidade atual dele, já que ao ver que elas estavam vivas, este passou a se importar de verdade com elas.
P.S.: Romance aqui e ali é sempre legal, mas foi bem frustrante ver ele desesperado abraçando a Chtholly por voltar viva, mas "não dar a mínima" pra Ren e pra Ithea. Na hora eu fui inocente o bastante pra achar que ele ia abraçar as três ao mesmo tempo.
A deterioração da mente da Chtholly foi outra área onde a direção acertou bastante, na minha opinião. As imagens vermelhas e rápidas, as coisas aparecendo ao redor dela, a voz e a parte onde ela encontra a Elq todas passaram muito bem a sensação de loucura e profundidade que se esperaria de uma situação assim.
Os mistérios da história aos poucos se revelam, ao mesmo tempo que novos aparecem. O antigo amigo do Willem sempre foi uma possibilidade que me vinha a mente, mas não alguém com esse nível de poder naquele mundo. A real causa da existência das tais bestas foi mantida no escuro pro Willem (E pra nós), mas ao menos foi revelado como as fadas são criadas e o porque da deterioração da mente existir. As fadas realmente foram feitas pra morrer, se não for lutando contra bestas, é se auto-destruindo e se não for se auto-destruindo é com a deterioração da mente. Hah.
Ademais, o anime segue bem divertido de assistir em algumas partes. Um episódio quase inteiro focado na Tiat foi muito bem vindo, outras meninas podiam ter mais foco também, mas acho que não resta muito tempo para comodidades. SukaSuka tem balanceado bem o drama e a comédia/slice of life, às vezes mais focado em um, às vezes em outro.
As cenas dramáticas mais bonitinhas, como o final do episódio 6, não me fisgaram tanto. Talvez seja melhor dizer que essas cenas não "me convenceram" como deveriam. Mhmm... É possível que eu seja somente insensível, mas prefiro acreditar que faltou mais desenvolvimento na relação dos personagens pra dar mais emoção (A outra opção seria aceitar que sou uma pedra!).
SukaSuka continua firme e forte como um dos melhores da temporada, definitivamente poucos se comparam a ele! Dos seis que estou assistindo, no caso. Saraba Da!
Esses últimos 3 episódios de SukaSuka foram bem variados, não posso dizer que gostei de todas as pontas, mas no geral definitivamente ficaria com um saldo bem positivo comigo.
Não é nenhuma surpresa, mas o ponto mais forte durante esses episódios foi o drama. O drama não é só bem colocado, como também a direção do anime ajuda a fortificá-lo, o trabalho visual que estão fazendo no anime é muito do meu agrado, é o tipo de coisa que eu esperaria de outras obras que falharam em entregar uma cena dramática de impacto que envolvesse mais o psicológico dos personagens.
O Willem é um protagonista interessante, o passado dele, combinado com sua personalidade e visão sobre o mundo, criam um conflito interno sobre a situação da sociedade atual. O curto sofrimento que ele passou ao saber que a missão havia falhado e que provavelmente as garotas estavam mortas foi um ponto decisivo pra criar a mentalidade atual dele, já que ao ver que elas estavam vivas, este passou a se importar de verdade com elas.
P.S.: Romance aqui e ali é sempre legal, mas foi bem frustrante ver ele desesperado abraçando a Chtholly por voltar viva, mas "não dar a mínima" pra Ren e pra Ithea. Na hora eu fui inocente o bastante pra achar que ele ia abraçar as três ao mesmo tempo.
A deterioração da mente da Chtholly foi outra área onde a direção acertou bastante, na minha opinião. As imagens vermelhas e rápidas, as coisas aparecendo ao redor dela, a voz e a parte onde ela encontra a Elq todas passaram muito bem a sensação de loucura e profundidade que se esperaria de uma situação assim.
Os mistérios da história aos poucos se revelam, ao mesmo tempo que novos aparecem. O antigo amigo do Willem sempre foi uma possibilidade que me vinha a mente, mas não alguém com esse nível de poder naquele mundo. A real causa da existência das tais bestas foi mantida no escuro pro Willem (E pra nós), mas ao menos foi revelado como as fadas são criadas e o porque da deterioração da mente existir. As fadas realmente foram feitas pra morrer, se não for lutando contra bestas, é se auto-destruindo e se não for se auto-destruindo é com a deterioração da mente. Hah.
Ademais, o anime segue bem divertido de assistir em algumas partes. Um episódio quase inteiro focado na Tiat foi muito bem vindo, outras meninas podiam ter mais foco também, mas acho que não resta muito tempo para comodidades. SukaSuka tem balanceado bem o drama e a comédia/slice of life, às vezes mais focado em um, às vezes em outro.
As cenas dramáticas mais bonitinhas, como o final do episódio 6, não me fisgaram tanto. Talvez seja melhor dizer que essas cenas não "me convenceram" como deveriam. Mhmm... É possível que eu seja somente insensível, mas prefiro acreditar que faltou mais desenvolvimento na relação dos personagens pra dar mais emoção (A outra opção seria aceitar que sou uma pedra!).
SukaSuka continua firme e forte como um dos melhores da temporada, definitivamente poucos se comparam a ele! Dos seis que estou assistindo, no caso. Saraba Da!
By : Testarossa
Boku no Hero 2 e Shingeki no Kyojin 2 #07 - Muita ação e flashbacks!
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Como era de se esperar, essa semana (Semana passada...) os dois gigantes da temporada tiveram um foco maior na ação (Kyojin ao menos teve).
Boku no Hero 2 - Aqui vimos o Deku escapando do controle mental e vencendo o Hitoshi. Acredito que não tenha sido surpresa pra ninguém (Pra quase ninguém... Sempre tem alguém que "não esperava"), Deku contra Todoroki tem que acontecer, era inevitável. A história do Hitoshi é até interessante, embora tenha parecido mais uma enrolação (Trabalhar personagens é sempre bom, trabalhar personagens "irrelevantes" nem tanto). Vejam, o poder de controle mental em si é algo já situado para o mal, é algo tão comumente usado para fazer coisas ruins que é um dos maiores clichês de hentais e eroges. Você pode controlar a mente de qualquer um e a pessoa não vai ter memória alguma do que aconteceu, o que você faria com esse poder? Não tem muitas utilidades, né? Mesmo usado de maneira positiva, ainda vai ser algo ruim por estar controlando a mente de outra pessoa contra a vontade dela.
É interessante pensar em casos assim, por isso a história do Hitoshi acabou não sendo só uma enrolação no episódio pra mim, e foi mais uma história um pouco mais sombria (Apesar de não ser nem perto da história do Todoroki) pra obra, o que também é interessante de ver.
Falando no Todoroki, nada chamativa essa primeira luta dele hahaha. O que achei legal foi ele se desculpar com a pobre vítima depois, mostra que ele não tem um coração de gelo. No próximo episódio várias lutas irão ocorrer, a Uraraka claramente está em conflito já que vai enfrentar o Bakugou de cara (Ainda estou na torcida por ela!), e essa é a luta que estou mais interessado.
Shingeki no Kyojin 2 - Eren vs Reiner foi bem como prometia, intenso e impactante, tudo que uma duelo de titãs prometia! (Sim, era pra ser um trocadilho. Sim, foi horrível, eu sei.)
Fazendo jus ao seu nome, o titã encouraçado parecia ser um oponente muito difícil de enfrentar. E era, mas o Eren parece ter assumido de vez o controle sobre sua forma titã, conseguindo raciocinar e fazer estratégias, ao invés de só sair atacando o que vem pela frente. Nessas horas técnicas de artes marciais sempre são úteis, muitas artes marciais ensinam movimentos que permitem alguém mais fraco se sobressair contra alguém mais forte, ou qualquer outro tipo de desvantagem, são possibilidades que as artes marciais abrem através da técnica e experiência.
Nesse caso, seria como o valentão da escola tentando fazer bullying em alguém que sabe artes marciais, ele pode ser maior e mais forte, mas é quase certo que vai se arrepender. As tentativas da Mikasa de ajudar foram bem frustrantes, não sei se foi um problema no design do Reiner, na cabeça da Mikasa, ou na forma como mostraram a situação, mas quando você tem uma cena assim:
Você pensa: Porque ela não ataca nas partes onde a carne está exposta? Enquanto ela insistentemente ataca a parte onde tem uma armadura.
Quando o Eren estava para vencer, o Colossal se jogou em cima dele. Definitivamente vai dar ruim, com o Eren agarrado com o Reiner no chão e o Colossal em queda livre, não tem como escapar nem impedir. Será que entraremos em um arco de resgate ao Eren? Ou vão deixá-lo de lado? Ou alguma coisa vai salvar ele ali? O rumo do anime nem dá a impressão de que faltam só 5 episódios para acabar. Mas agora estou bem mais animado com o anime do que durante os primeiros episódios, espero que continuem assim, essa segunda temporada pode acabar sendo bem melhor que a primeira no fim das contas. Saraba Da!
Como era de se esperar, essa semana (Semana passada...) os dois gigantes da temporada tiveram um foco maior na ação (Kyojin ao menos teve).
Boku no Hero 2 - Aqui vimos o Deku escapando do controle mental e vencendo o Hitoshi. Acredito que não tenha sido surpresa pra ninguém (Pra quase ninguém... Sempre tem alguém que "não esperava"), Deku contra Todoroki tem que acontecer, era inevitável. A história do Hitoshi é até interessante, embora tenha parecido mais uma enrolação (Trabalhar personagens é sempre bom, trabalhar personagens "irrelevantes" nem tanto). Vejam, o poder de controle mental em si é algo já situado para o mal, é algo tão comumente usado para fazer coisas ruins que é um dos maiores clichês de hentais e eroges. Você pode controlar a mente de qualquer um e a pessoa não vai ter memória alguma do que aconteceu, o que você faria com esse poder? Não tem muitas utilidades, né? Mesmo usado de maneira positiva, ainda vai ser algo ruim por estar controlando a mente de outra pessoa contra a vontade dela.
É interessante pensar em casos assim, por isso a história do Hitoshi acabou não sendo só uma enrolação no episódio pra mim, e foi mais uma história um pouco mais sombria (Apesar de não ser nem perto da história do Todoroki) pra obra, o que também é interessante de ver.
Falando no Todoroki, nada chamativa essa primeira luta dele hahaha. O que achei legal foi ele se desculpar com a pobre vítima depois, mostra que ele não tem um coração de gelo. No próximo episódio várias lutas irão ocorrer, a Uraraka claramente está em conflito já que vai enfrentar o Bakugou de cara (Ainda estou na torcida por ela!), e essa é a luta que estou mais interessado.
Shingeki no Kyojin 2 - Eren vs Reiner foi bem como prometia, intenso e impactante, tudo que uma duelo de titãs prometia! (Sim, era pra ser um trocadilho. Sim, foi horrível, eu sei.)
Fazendo jus ao seu nome, o titã encouraçado parecia ser um oponente muito difícil de enfrentar. E era, mas o Eren parece ter assumido de vez o controle sobre sua forma titã, conseguindo raciocinar e fazer estratégias, ao invés de só sair atacando o que vem pela frente. Nessas horas técnicas de artes marciais sempre são úteis, muitas artes marciais ensinam movimentos que permitem alguém mais fraco se sobressair contra alguém mais forte, ou qualquer outro tipo de desvantagem, são possibilidades que as artes marciais abrem através da técnica e experiência.
Nesse caso, seria como o valentão da escola tentando fazer bullying em alguém que sabe artes marciais, ele pode ser maior e mais forte, mas é quase certo que vai se arrepender. As tentativas da Mikasa de ajudar foram bem frustrantes, não sei se foi um problema no design do Reiner, na cabeça da Mikasa, ou na forma como mostraram a situação, mas quando você tem uma cena assim:
Você pensa: Porque ela não ataca nas partes onde a carne está exposta? Enquanto ela insistentemente ataca a parte onde tem uma armadura.
Quando o Eren estava para vencer, o Colossal se jogou em cima dele. Definitivamente vai dar ruim, com o Eren agarrado com o Reiner no chão e o Colossal em queda livre, não tem como escapar nem impedir. Será que entraremos em um arco de resgate ao Eren? Ou vão deixá-lo de lado? Ou alguma coisa vai salvar ele ali? O rumo do anime nem dá a impressão de que faltam só 5 episódios para acabar. Mas agora estou bem mais animado com o anime do que durante os primeiros episódios, espero que continuem assim, essa segunda temporada pode acabar sendo bem melhor que a primeira no fim das contas. Saraba Da!
By : Testarossa
Zero no Sho #04, #05 e #06 - Zero, Treze e Três detalhes importantes!
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Zero no Sho segue em uma sequência de episódios mais focados na história e em alguns momentos dramáticos, o que acabou sendo um divisor de águas no seu público.
Eu gosto de assistir o anime, tenho minhas ressalvas, mas ele carrega alguns elementos que eu gosto bastante de ver, alguns deles ficaram comprometidos nesses últimos episódios.
A chegada do Juusanban na história não foi algo muito positivo no meu aproveitamento da série, sendo um personagem ainda muito mal explorado e muito pouco carismático, as situações envolvendo ele acabaram sendo bem monótonas de acompanhar. Sem contar que ainda usaram alguns clichês bem antigos de obras de fantasia que deixaram a obra mais previsível.
Alguns amigos meus já diziam: "Preferia que ficassem no slice of life de fantasia de antes"
Não os culpo, o anime era leve e divertido de acompanhar, e na sua mudança de leve e divertido pra sério com drama, acabou apresentado os problemas já mencionados acima. Porém, eu acredito que essa passagem ruim seja algo necessário que vá criar uma experiência melhor mais pra frente (Ou seja, depois que o anime já tiver acabado, provavelmente). Se a série souber aproveitar a situação, o impacto emocional que deram no Albus pode servir de escada para torná-lo um personagem mais interessante. A situação entre o Youhei e a Zero pode servir como um grande desenvolvimento para ambos (Embora eu suspeite que a Zero vá permanecer na mesma).
É saber aproveitar uma queda para chegar á uma altura maior que a anterior. Consigo ver potencial na obra, só falta ela agarrá-la.
Falando um pouco do último episódio, a separação do Youhei e da Zero foi compreensível dos dois lados. Youhei naturalmente já tem problemas de confiança e conhece a Zero há muito pouco tempo, a Zero viveu em uma caverna sem saber muito sobre relações pessoais, é fácil ela acabar confiando demais em alguém que conheceu faz pouco tempo (Quer dizer, ela criou o Grimório pra ajudar os humanos, o quão inocente alguém pode ser?). São coisas completamente opostas que se colidiram finalmente, graças ao Juusanban. Podem até tentar dar créditos a ele por ter separado o trio facilmente, mas eles já eram facilmente separáveis desde o princípio, pois assim são relações pessoais, um grupo recém formado entre desconhecidos não precisa de muito para entrar em colapso, se os três voltarem a se unir, o que provavelmente vai acontecer, dessa vez criarão um laço mais forte entre eles.
Outro ponto interessante de mencionar é como existem 3 facções de bruxas que lutam entre si e geram todo o problema da atualidade. Como falei no meu último post de Zero no Sho, isso é algo que o anime faz bem, mostrar que não tem preto e branco, o mundo é bem caótico apesar de não parecer tanto.
Bom, o título do post não era click bait, depois de ver críticas e reclamações de três diferentes lados do público do anime, achei uma boa ideia falar sobre esses três detalhes que você precisa refletir sobre. Vamos lá:
Eu gosto de assistir o anime, tenho minhas ressalvas, mas ele carrega alguns elementos que eu gosto bastante de ver, alguns deles ficaram comprometidos nesses últimos episódios.
A chegada do Juusanban na história não foi algo muito positivo no meu aproveitamento da série, sendo um personagem ainda muito mal explorado e muito pouco carismático, as situações envolvendo ele acabaram sendo bem monótonas de acompanhar. Sem contar que ainda usaram alguns clichês bem antigos de obras de fantasia que deixaram a obra mais previsível.
Alguns amigos meus já diziam: "Preferia que ficassem no slice of life de fantasia de antes"
Não os culpo, o anime era leve e divertido de acompanhar, e na sua mudança de leve e divertido pra sério com drama, acabou apresentado os problemas já mencionados acima. Porém, eu acredito que essa passagem ruim seja algo necessário que vá criar uma experiência melhor mais pra frente (Ou seja, depois que o anime já tiver acabado, provavelmente). Se a série souber aproveitar a situação, o impacto emocional que deram no Albus pode servir de escada para torná-lo um personagem mais interessante. A situação entre o Youhei e a Zero pode servir como um grande desenvolvimento para ambos (Embora eu suspeite que a Zero vá permanecer na mesma).
É saber aproveitar uma queda para chegar á uma altura maior que a anterior. Consigo ver potencial na obra, só falta ela agarrá-la.
Falando um pouco do último episódio, a separação do Youhei e da Zero foi compreensível dos dois lados. Youhei naturalmente já tem problemas de confiança e conhece a Zero há muito pouco tempo, a Zero viveu em uma caverna sem saber muito sobre relações pessoais, é fácil ela acabar confiando demais em alguém que conheceu faz pouco tempo (Quer dizer, ela criou o Grimório pra ajudar os humanos, o quão inocente alguém pode ser?). São coisas completamente opostas que se colidiram finalmente, graças ao Juusanban. Podem até tentar dar créditos a ele por ter separado o trio facilmente, mas eles já eram facilmente separáveis desde o princípio, pois assim são relações pessoais, um grupo recém formado entre desconhecidos não precisa de muito para entrar em colapso, se os três voltarem a se unir, o que provavelmente vai acontecer, dessa vez criarão um laço mais forte entre eles.
Outro ponto interessante de mencionar é como existem 3 facções de bruxas que lutam entre si e geram todo o problema da atualidade. Como falei no meu último post de Zero no Sho, isso é algo que o anime faz bem, mostrar que não tem preto e branco, o mundo é bem caótico apesar de não parecer tanto.
Bom, o título do post não era click bait, depois de ver críticas e reclamações de três diferentes lados do público do anime, achei uma boa ideia falar sobre esses três detalhes que você precisa refletir sobre. Vamos lá:
- Se você está achando o andamento da história muito lento, isso talvez se dê ao fato de que o anime parece estar querendo adaptar só o primeiro volume. Zero no Sho não é o tipo de história que precisa ser adaptada 1 volume por temporada, como Rokka no Yuusha, então ela só é tão lenta assim pelo ritmo da adaptação.
- Se queria uma jornada épica e trágica, acho que se enganou em algum ponto. Zero no Sho nunca se vendeu como uma obra assim, tal foi o motivo de eu ter me interessado pela light novel, pois eu tinha bastante interesse em ler um slice of life de fantasia. Sim, slice of life de fantasia, isso existe e precisa ter mais animes do tipo (Isekai wa Smartphone sai em breve, na mesma linha). Muitos tentam forçar a ideia de que fantasia tem que vir junto com tragédias, tensão, coisas de impacto e afins, o que, desculpa, não faz o menor sentido. Se achou ruim pode sempre parar de assistir (Ou ler), só lembre-se que, a cada pessoa que para de assistir ou ler algo por motivos assim, outras 5 continuam até o fim. Surpreendentemente tem gosto pra tudo, e sempre vai ter alguém que terá um ponto de vista diferente do seu (*Insira um efeito sonoro de revelação chocante*)
- Não deveria ser algo que eu precisasse dizer, mas quando estiver assistindo ou lendo uma obra fictícia, tente se lembrar que você não é o centro do mundo, e tente pensar pela perspectiva dos personagens presentes na série. Veja o lado deles, se fizer sentido ou bater com a personalidade do mesmo, não tem nada de errado (Você ainda pode desgostar, claro). Caso contrário, aí sim, reclame.
By : Testarossa
Sakura Quest #02 a #06 - Frustrante, realista e interessante!
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Ao invés de falar de um episódio, acho que isso vai ser mais um post geral sobre a série até então por motivos de "Acumulou tanta coisa que não dá pra comentar mais episódio por episódio!".
Sakura Quest é um dos animes mais fáceis de assistir dessa temporada, o que para uma pessoa que quer tensão, ação, empolgação e coisas do tipo 24/7 provavelmente vai olhar torto para essa afirmação. Mas só eu tenho posse das minhas próprias sensações, e tendo acumulado quase tudo dessa temporada (E da anterior), posso dizer que esse foi o anime mais fácil de colocar em dia.
A razão principal é o fato do anime trazer muitos tópicos interessantes e discutíveis todo episódio, coisa que falarei sobre já já.
O anime sempre me passou uma boa vibe desde o início, o passar dos episódios foi melhorando as coisas, já que eventualmente vamos nos acostumando com as personagens, existe o desenvolvimento dos mesmos e a história vai avançando (Em passos bem lentos, nesse caso), além de vários outros aspectos. Apesar de ter gostado da Koharu já no primeiro episódio, eu ainda não estava muito animado com o resto do cast, mas ao fim dos 6 episódios lançados até então, consigo dizer que já gosto de todo mundo (Menos da mãe da Ririko, claro).
As personagens principais ainda estão em processo de desenvolvimento, então a tendência é melhorar. Por um momento achei que seguiria a clássica forma de um arco pra cada personagem. Mas embora não esteja muito distante disso, me surpreendeu que esse arco da produção do filme tem destacado mais de uma personagem, foi algo que gostei de ver... Até certo ponto. Aí que entra a parte frustrante do anime, é de querer arrancar os cabelos ver a situação da Maki e da Shiori ao mesmo tempo escalando cada vez mais, simplesmente porque nenhuma das duas usa um dos mais simples e importantes dons da humanidade: Comunicação. Enquanto do outro lado vemos que ninguém nota o desconforto das duas com a situação por estarem tão fissurados no trabalho.
Com essas duas vertentes mais frustrantes que tentar zerar um dos jogos de Touhou (Hipérboles.), o anime simplesmente nos mostra que esse grupo de amigos na verdade não tem intimidade nenhuma, aí entra a questão do realismo. Maki nunca falou nada da vida pessoal pra ninguém, não tem como os outros adivinharem, descontar isso na Koharu é errado, mas é compreensível. Você naturalmente não quer revelar o que te consome por dentro pra qualquer um, existe uma barreira que precisa ser rompida.
Já a Shiori provavelmente não quer entrar no caminho da produção do filme, mas também deve ter alguma forte ligação emocional com a casa, presa sem saber como agir, ela tenta ganhar tempo e chega até a mentir, dois dos erros mais comuns de quem tem medo de enfrentar a situação de frente: Mentira e Omissão (Lição do dia jovens: É melhor ser honesto do que tentar contornar a situação mentindo e ganhando tempo. Ah, e se comuniquem mais, não tenham medo de falar).
Espero que isso se resolva antes que fique pior!
Esquecendo os eventos recentes. Nos últimos episódios alguns temas bem interessantes foram abordados, como "Tradição e Modernidade", com o anime fazendo um excelente trabalho mostrando que não existe certo ou errado, os dois tem seus prós e contras. Veja só os próprios animes como exemplo, o CGI vem se tornando cada vez mais presente, mas a maioria ainda tem bastante aversão a esse tipo de animação, outros já conseguem ver potencial nisso. A tendência é aumentar, nesse caso você ou se adapta aos novos tempos, ou cria sua bolha e se prende no passado, eu acho que existe como encontrar uma trégua entre os dois lados, mas pra isso primeiro o Japão tem que evoluir o CGI ainda. Hmm, acho que eu fugi do tópico.
Voltando, outro tema interessante é o "seu lugar no mundo". O caso da Sanae é muito realista, o mundo é cruel dessa forma, poucos conseguem alcançar o ponto do "tinha que ser ele(a), somente ele(a)", mas a maioria deseja ser especial de alguma forma. A maioria quer ser aceito.
O que é que somente você pode fazer? Talvez exista algo assim, talvez não. Mas a resposta da Koharu é o mais perto que podemos alcançar: Existem coisas que podem ser feitas por muitos, mas cada uma dessas pessoas faz essa mesma coisa de um jeito diferente, o que te dá sua própria individualidade. Qualquer roteirista poderia escrever Sakura Quest, mas o anime acabaria totalmente diferente do que é atualmente, mesmo usando a mesma ideia.
Temas assim fazem o anime ficar bem legal de assistir, o ritmo bem lento acaba sendo algo que eu só percebo quando paro pra pensar depois de ter terminado o episódio, sabendo que serão 25 episódios, isso acaba nem sendo um problema pra mim.
Espero que o anime continue ou mesmo melhore ainda mais daqui pra frente, que continue me frustrando com seu realismo (É, a vida é frustrante às vezes) e que continue trazendo temas interessantes que rendam uma boa discussão, ou pelo menos uma boa reflexão. Saraba Da!
P.S.: O choque de descobrir que o criador de Sakura Quest é o Sandal só não foi tão grande quanto deveria porque eu estava ocupado rindo dele sendo colocado na viatura da policia.
Ao invés de falar de um episódio, acho que isso vai ser mais um post geral sobre a série até então por motivos de "Acumulou tanta coisa que não dá pra comentar mais episódio por episódio!".
Sakura Quest é um dos animes mais fáceis de assistir dessa temporada, o que para uma pessoa que quer tensão, ação, empolgação e coisas do tipo 24/7 provavelmente vai olhar torto para essa afirmação. Mas só eu tenho posse das minhas próprias sensações, e tendo acumulado quase tudo dessa temporada (E da anterior), posso dizer que esse foi o anime mais fácil de colocar em dia.
A razão principal é o fato do anime trazer muitos tópicos interessantes e discutíveis todo episódio, coisa que falarei sobre já já.
O anime sempre me passou uma boa vibe desde o início, o passar dos episódios foi melhorando as coisas, já que eventualmente vamos nos acostumando com as personagens, existe o desenvolvimento dos mesmos e a história vai avançando (Em passos bem lentos, nesse caso), além de vários outros aspectos. Apesar de ter gostado da Koharu já no primeiro episódio, eu ainda não estava muito animado com o resto do cast, mas ao fim dos 6 episódios lançados até então, consigo dizer que já gosto de todo mundo (Menos da mãe da Ririko, claro).
As personagens principais ainda estão em processo de desenvolvimento, então a tendência é melhorar. Por um momento achei que seguiria a clássica forma de um arco pra cada personagem. Mas embora não esteja muito distante disso, me surpreendeu que esse arco da produção do filme tem destacado mais de uma personagem, foi algo que gostei de ver... Até certo ponto. Aí que entra a parte frustrante do anime, é de querer arrancar os cabelos ver a situação da Maki e da Shiori ao mesmo tempo escalando cada vez mais, simplesmente porque nenhuma das duas usa um dos mais simples e importantes dons da humanidade: Comunicação. Enquanto do outro lado vemos que ninguém nota o desconforto das duas com a situação por estarem tão fissurados no trabalho.
Com essas duas vertentes mais frustrantes que tentar zerar um dos jogos de Touhou (Hipérboles.), o anime simplesmente nos mostra que esse grupo de amigos na verdade não tem intimidade nenhuma, aí entra a questão do realismo. Maki nunca falou nada da vida pessoal pra ninguém, não tem como os outros adivinharem, descontar isso na Koharu é errado, mas é compreensível. Você naturalmente não quer revelar o que te consome por dentro pra qualquer um, existe uma barreira que precisa ser rompida.
Já a Shiori provavelmente não quer entrar no caminho da produção do filme, mas também deve ter alguma forte ligação emocional com a casa, presa sem saber como agir, ela tenta ganhar tempo e chega até a mentir, dois dos erros mais comuns de quem tem medo de enfrentar a situação de frente: Mentira e Omissão (Lição do dia jovens: É melhor ser honesto do que tentar contornar a situação mentindo e ganhando tempo. Ah, e se comuniquem mais, não tenham medo de falar).
Espero que isso se resolva antes que fique pior!
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| Nesse episódio aprendemos que cigarras destroem carreiras. Sempre desconfiei do barulho que elas faziam! |
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| Ao menos descobrimos de onde veio o design das armaduras de ouro. |
O que é que somente você pode fazer? Talvez exista algo assim, talvez não. Mas a resposta da Koharu é o mais perto que podemos alcançar: Existem coisas que podem ser feitas por muitos, mas cada uma dessas pessoas faz essa mesma coisa de um jeito diferente, o que te dá sua própria individualidade. Qualquer roteirista poderia escrever Sakura Quest, mas o anime acabaria totalmente diferente do que é atualmente, mesmo usando a mesma ideia.
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| Queria que meu talento fosse fazer expressões faciais assim. |
Espero que o anime continue ou mesmo melhore ainda mais daqui pra frente, que continue me frustrando com seu realismo (É, a vida é frustrante às vezes) e que continue trazendo temas interessantes que rendam uma boa discussão, ou pelo menos uma boa reflexão. Saraba Da!
P.S.: O choque de descobrir que o criador de Sakura Quest é o Sandal só não foi tão grande quanto deveria porque eu estava ocupado rindo dele sendo colocado na viatura da policia.
By : Testarossa
Boku no Hero 2 e Shingeki no Kyojin 2 #06 - Muitas revelações!
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Boku no Hero 2 - No episódio dessa semana (Da semana passada, na verdade) o anime deu uma pausa na competição para explorar um dos seus personagens: Todoroki. A história dele seguiu o rumo que eu já esperava, mas foi até um ponto que me surpreendeu, mais sombrio do que imaginei (Embora o anime não tenha realmente tentado fazer parecer assim). O monólogo do Deku sobre o Todoroki ter o perfil de um personagem principal foi bem interessante, o fato é que por um lado em shounens assim a norma é ter protagonistas com o Deku, mas em outros tipos de obras - Principalmente nos últimos tempos - tem sido protagonistas como o Todoroki (Não necessariamente em personalidade).
O Bakugou é um caso interessante, por estar presenciando essa tensão entre o Todoroki e o Deku e meio que sendo deixado de fora, ele não só deixa de ser o "número 1" como era antigamente, como também perde o destaque e ainda se vê sendo deixado pra trás. Tem um bom espaço para o amadurecimento e crescimento dele na história se fizerem direito (Ainda torço pela Uraraka na luta dos dois, no entanto!).
E depois de um pouco de fanservice com as meninas vestidas de líderes de torcida e um pouco de drama cômico, o torneio começou direto com uma situação complicada para o Deku na sua luta contra o Hitoshi. Eu estaria mentindo se não dissesse que previ essa luta no momento em que ele apareceu, e essa situação no momento em que o poder dele foi demonstrado, mas ainda estou curioso para saber como o Deku se livrará dessa (Ou será que ele não vai conseguir e perderá?!).
Shingeki no Kyojin 2 - Como já era óbvio, a Ymir sobreviveu (Fiquei chocado mesmo foi com o tanto de gente que ficou na dúvida, mas a maioria provavelmente esqueceu do que viu na primeira temporada, já fazem 4 anos, afinal), e o episódio seguiu normal até a revelação "chocante". Eu não gosto de ficar repetindo a mesma coisa pra tentar parecer mais "inteligente" ou algo assim (Detesto quando fazem, até), mas também não vou mentir dizendo que foi algo que eu já não havia previsto há, literalmente, anos atrás. Mas veja bem, o Reiner e o Titã Encouraçado possuem o exato mesmo cabelo, o Berthold e o Titã Colossal possuem o mesmo rosto, os dois vivem juntos e os dois titãs apareceram juntos (E depois nunca mais apareceram), embora muitas pessoas não tenham gostado do jeito que foi revelado, pra mim fez sentido fazer daquela forma, não só pelo Reiner estar claramente perturbado mentalmente na cena, mas também porque já era algo meio claro desde muito tempo.
Isso não quer dizer que o episódio tenha ficado ruim, óbvio. Eles estão dando pistas para quem está assistindo todo episódio, só depende de você pegá-las ou não. Tipo o estado mental do Reiner, ele vinha agindo estranho em todas as cenas dessa temporada, por isso a decisão tão precipitada de se revelar pro Eren ali. O flashback foi bem colocado pra explicar aquela atmosfera tão estranha na cena antes da revelação, que foi muito bem feita por sinal, se tinha uma coisa que não existia naquela cena era naturalidade, e o flashback explicou o porquê.
Eu até entendo o drama do Eren ali, mas é impossível sentir algo só jogando umas imagens aleatórias deles juntos. Essa parte das relações são mal trabalhadas no anime, então mesmo que não fique forçado, não chega a ficar algo emocionante, mesmo com a excelente trilha sonora e uma cena muito bem feita por trás. No fim, esse episódio não foi nenhum pouco surpreendente, mas eu gostei mesmo assim pois tem o mérito de ser bem feito em vários pontos.
Quem vencerá? Titã Eren ou Titã Reiner? Vai ser uma batalha difícil, poderia até apostar no Eren, mas com o Colossal ali também, sinto que vai dar ruim.
Para os próximos episódios dos dois animes, imagino que agora venha dois episódios bem focados em ação e um pouco de drama, a tendência deve ser as coisas ficarem bem agitadas até a reta final, talvez com um ou outro episódio mais parado no meio. Saraba Da!
Boku no Hero 2 - No episódio dessa semana (Da semana passada, na verdade) o anime deu uma pausa na competição para explorar um dos seus personagens: Todoroki. A história dele seguiu o rumo que eu já esperava, mas foi até um ponto que me surpreendeu, mais sombrio do que imaginei (Embora o anime não tenha realmente tentado fazer parecer assim). O monólogo do Deku sobre o Todoroki ter o perfil de um personagem principal foi bem interessante, o fato é que por um lado em shounens assim a norma é ter protagonistas com o Deku, mas em outros tipos de obras - Principalmente nos últimos tempos - tem sido protagonistas como o Todoroki (Não necessariamente em personalidade).
O Bakugou é um caso interessante, por estar presenciando essa tensão entre o Todoroki e o Deku e meio que sendo deixado de fora, ele não só deixa de ser o "número 1" como era antigamente, como também perde o destaque e ainda se vê sendo deixado pra trás. Tem um bom espaço para o amadurecimento e crescimento dele na história se fizerem direito (Ainda torço pela Uraraka na luta dos dois, no entanto!).
E depois de um pouco de fanservice com as meninas vestidas de líderes de torcida e um pouco de drama cômico, o torneio começou direto com uma situação complicada para o Deku na sua luta contra o Hitoshi. Eu estaria mentindo se não dissesse que previ essa luta no momento em que ele apareceu, e essa situação no momento em que o poder dele foi demonstrado, mas ainda estou curioso para saber como o Deku se livrará dessa (Ou será que ele não vai conseguir e perderá?!).
Shingeki no Kyojin 2 - Como já era óbvio, a Ymir sobreviveu (Fiquei chocado mesmo foi com o tanto de gente que ficou na dúvida, mas a maioria provavelmente esqueceu do que viu na primeira temporada, já fazem 4 anos, afinal), e o episódio seguiu normal até a revelação "chocante". Eu não gosto de ficar repetindo a mesma coisa pra tentar parecer mais "inteligente" ou algo assim (Detesto quando fazem, até), mas também não vou mentir dizendo que foi algo que eu já não havia previsto há, literalmente, anos atrás. Mas veja bem, o Reiner e o Titã Encouraçado possuem o exato mesmo cabelo, o Berthold e o Titã Colossal possuem o mesmo rosto, os dois vivem juntos e os dois titãs apareceram juntos (E depois nunca mais apareceram), embora muitas pessoas não tenham gostado do jeito que foi revelado, pra mim fez sentido fazer daquela forma, não só pelo Reiner estar claramente perturbado mentalmente na cena, mas também porque já era algo meio claro desde muito tempo.
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| O formato do rosto é igual, ainda pode deixar dúvidas, mas com as demais pistas é só juntar as peças. |
Eu até entendo o drama do Eren ali, mas é impossível sentir algo só jogando umas imagens aleatórias deles juntos. Essa parte das relações são mal trabalhadas no anime, então mesmo que não fique forçado, não chega a ficar algo emocionante, mesmo com a excelente trilha sonora e uma cena muito bem feita por trás. No fim, esse episódio não foi nenhum pouco surpreendente, mas eu gostei mesmo assim pois tem o mérito de ser bem feito em vários pontos.
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| Quem precisa de titãs quando se tem a Mikasa? |
Para os próximos episódios dos dois animes, imagino que agora venha dois episódios bem focados em ação e um pouco de drama, a tendência deve ser as coisas ficarem bem agitadas até a reta final, talvez com um ou outro episódio mais parado no meio. Saraba Da!
By : Testarossa
Zero no Sho #02 e #03 - Nem preto, nem branco, só um mundo cinzento!
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Zero no Sho continua sua história no melhor estilo odisseia episódica, com um caso diferente em cada episódio, em um local diferente e com temas diferentes. Eu particularmente gosto de obras que são de histórias curtas, com um rápido "início, meio, fim, próxima história", no entanto, como Zero no Sho não é uma obra desse tipo, fica um pouco a sensação de que estão enrolando para avançar o plot.
O que não quer dizer que o anime esteja ruim, eu pelo menos gosto bastante de odisseias, e ver o grupo viajando de lugar pra lugar e conhecendo histórias diferentes enquanto adiciona, nem que seja um pouquinho, a construção do mundo e dos personagens é boa e ajuda a ter uma noção melhor da obra no geral. A preocupação é que, bem, sabemos como adaptações de mangás/LNs costumam ser, não iremos ver a história completa, é impossível, então ao menos algo a mais da história poderíamos ver, revelações e tramas mais importantes, provavelmente vai acontecer em todo caso.
Se tem uma coisa que o anime faz questão de mostrar em cada curta história é o quão ruim aquele mundo é. Afinal, época de inquisição, senso comum falhava constantemente naqueles tempos. Um apontar de dedos falando "ela é uma bruxa!" já era prova o bastante pra jogar a pessoa na fogueira, era esse tipo de era que essa época foi, e no anime não é tão diferente em relação ao comportamento. Outra coisa que gostei de ver nesses dois episódios foi como as coisas não são pretas e brancas, não são as bruxas injustiçadas e só, muitas delas se vingaram, fizeram crueldades, os homens-bestas são discriminados, mas tem súbitos impulsos para comer humanos, ou seja, é quase um campo de guerra, todo mundo está certo, mas todo mundo está errado.
Falando no grupo principal, a Zero continua uma personagem de extremo carisma e uma personalidade muito agradável de acompanhar, o Youhei seria a zona neutra do grupo, alguns bons momentos, outros nem tanto, enquanto o Albus seria a parte negativa por ser o mais "padrão" e menos carismático ali. Eu acho que o anime carregaria uma imagem bem melhor caso trocassem ele por algum personagem humano, pois os três lados estariam formando um grupo e viajando por esse mundo, mas são só alguns comentários aleatórios de um "e se..." que vira e mexe passa pela minha mente. Mas aparentemente tem coisa aí, e um desenvolvimento pode vir a acontecer e melhorar a situação, esperaremos.
No episódio 2 teve um foco maior nas bruxas, nesse episódio 3 nos homens-bestas, então embora a história esteja andando a passos bem lentos, não é como se fossem episódios irrelevantes. As pequenas partes de comédia ajudam a dar uma aliviada nos temas mais sombrios do mundo, então são bem vindos, mesmo que não seja engraçado, é bom para manter uma certa nivelação na atmosfera. Além da Zero ter finalmente colocado sua "roupa principal", já podem esperar as figures que certamente virão! Saraba Da!
Zero no Sho continua sua história no melhor estilo odisseia episódica, com um caso diferente em cada episódio, em um local diferente e com temas diferentes. Eu particularmente gosto de obras que são de histórias curtas, com um rápido "início, meio, fim, próxima história", no entanto, como Zero no Sho não é uma obra desse tipo, fica um pouco a sensação de que estão enrolando para avançar o plot.
O que não quer dizer que o anime esteja ruim, eu pelo menos gosto bastante de odisseias, e ver o grupo viajando de lugar pra lugar e conhecendo histórias diferentes enquanto adiciona, nem que seja um pouquinho, a construção do mundo e dos personagens é boa e ajuda a ter uma noção melhor da obra no geral. A preocupação é que, bem, sabemos como adaptações de mangás/LNs costumam ser, não iremos ver a história completa, é impossível, então ao menos algo a mais da história poderíamos ver, revelações e tramas mais importantes, provavelmente vai acontecer em todo caso.
Se tem uma coisa que o anime faz questão de mostrar em cada curta história é o quão ruim aquele mundo é. Afinal, época de inquisição, senso comum falhava constantemente naqueles tempos. Um apontar de dedos falando "ela é uma bruxa!" já era prova o bastante pra jogar a pessoa na fogueira, era esse tipo de era que essa época foi, e no anime não é tão diferente em relação ao comportamento. Outra coisa que gostei de ver nesses dois episódios foi como as coisas não são pretas e brancas, não são as bruxas injustiçadas e só, muitas delas se vingaram, fizeram crueldades, os homens-bestas são discriminados, mas tem súbitos impulsos para comer humanos, ou seja, é quase um campo de guerra, todo mundo está certo, mas todo mundo está errado.
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| Ver uma face dessas é aquela hora que você trava e só consegue suar. |
Falando no grupo principal, a Zero continua uma personagem de extremo carisma e uma personalidade muito agradável de acompanhar, o Youhei seria a zona neutra do grupo, alguns bons momentos, outros nem tanto, enquanto o Albus seria a parte negativa por ser o mais "padrão" e menos carismático ali. Eu acho que o anime carregaria uma imagem bem melhor caso trocassem ele por algum personagem humano, pois os três lados estariam formando um grupo e viajando por esse mundo, mas são só alguns comentários aleatórios de um "e se..." que vira e mexe passa pela minha mente. Mas aparentemente tem coisa aí, e um desenvolvimento pode vir a acontecer e melhorar a situação, esperaremos.
No episódio 2 teve um foco maior nas bruxas, nesse episódio 3 nos homens-bestas, então embora a história esteja andando a passos bem lentos, não é como se fossem episódios irrelevantes. As pequenas partes de comédia ajudam a dar uma aliviada nos temas mais sombrios do mundo, então são bem vindos, mesmo que não seja engraçado, é bom para manter uma certa nivelação na atmosfera. Além da Zero ter finalmente colocado sua "roupa principal", já podem esperar as figures que certamente virão! Saraba Da!
By : Testarossa
Boku no Hero 2 e Shingeki no Kyojin 2 - Episódios #03, #04 e #05
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Hmm, me pergunto se eu ainda lembro o que aconteceu nos terceiros episódios desses dois super populares da temporada. Bom, se eu não comentar sobre algo muito importante que aconteceu, lamento por isso (Um pouco só, mas lamento).
Boku no Hero 2 - A série continua firme e forte com seu clássico torneio na escola de magia! (Gosto muito quando vejo um pessoal incomodado quando falo que BnH é um anime de escola de magia hahaha)
Eu gosto de como o Deku aprendeu a usar a criatividade e estratégia para compensar a "falta" do seu Quirk, e também da direção que a obra está levando as coisas, sem precisar ficar sempre batendo na mesma tecla do personagem "ovelha negra" e não só dando os holofotes para ele, como colocando muitos como seus rivais.
Uma coisa boa da criatividade é o "meio", pois como o final é quase sempre previsível, o "meio" acaba sendo o atrativo maior, pois ainda pode surpreender (Ex: Que o grupo do Deku ia passar na segunda fase era mais óbvio que seu reflexo no espelho, mas não imaginei que o Tokoyami fosse ser o MVP da situação, grande cabeça de pássaro salvando o dia). Algumas trilha sonoras especiais do Yuuki Hayashi ajudam muito nos momentos importantes (Momentos dramáticos parece ser o dom do cara, seja em BnH, Haikyuu ou Kira Kira Precure), como uma pessoa bem suscetível a música, sempre vejo uma cena melhor quando é carregada de uma boa trilha sonora.
O anime continua divertido de assistir, embora em termos de conteúdo não tenha muito o que falar (E por isso esse comentário de 3 episódios vai terminar menos que o comentário de um review de um slice of life), é um anime que ao menos não tenta ser algo "especial" e acaba sendo algo decepcionante, então o aprecio pela simplicidade genuína mesmo.
Shingeki no Kyojin 2 - Kyojin trouxe alguns episódios bem legais nas últimas semanas, ainda me sinto um pouco deslocado vendo a maioria dos meus amigos surtando com o anime, enquanto eu, embora também goste, não ache dos melhores animes já feitos na última década ou algo do tipo. Porém, o potencial pra me fazer gostar mais que a primeira temporada está aí, pois o elemento que faltava está um pouco mais presente: A Historia, obviamente! (地口 Achieved!)
Talvez eu esteja observando demais o anime, pois muitos dos mistérios parecem bem óbvios pra mim (Tipo o Reiner possivelmente ser o Titã Encouraçado), mas ao menos estão alimentando o background da história do anime e começando a colocar algumas teorias em prática, e isso deixa a obra mais agradável e algo além de ação e cenas chocantes.
Outra coisa que vem me agradando desde o início é o destaque para os personagens secundários, estão desenvolvendo os personagens! Não achei que veria algo assim em SnK (No fim da S1, eu não lembrava o nome de quase ninguém fora os 3 principais).
Agora, ironia mesmo é a Ymir ser uma titã meio anã, já que seu nome vem do primeiro titã da mitologia nórdica, cujo corpo foi usado para criação da Terra inteira. Falando nela, toda a cena dela lutando contra os titãs foi muito boa e pela primeira vez nessa temporada, empolgante. Novamente, trilha sonora faz um bom papel nisso, ainda mais aqui.
Felizmente ela foi salva a tempo (Acredito eu, já que o Eren já passou por coisa parecida e sobreviveu por ser titã), depois de mais uma vez apelar para o shock value na hora de matar os dois oficiais lá, ao menos ela foi mantida viva (Afinal, esse é o papel dos personagens não-importantes aqui, terem mortes o mais chocante possível para compensar os importantes que sobreviverão). Mas esse quinto episódio foi o melhor até então, e o fato da metade dele ser um flashback não é coincidência, fica um pouco complicado quando você não se importa com ninguém no anime, então já é algo muito bom ter me dado a possibilidade de gostar um pouco mais das duas estrelas do episódio, Ymir e Christa. Saraba Da!
Hmm, me pergunto se eu ainda lembro o que aconteceu nos terceiros episódios desses dois super populares da temporada. Bom, se eu não comentar sobre algo muito importante que aconteceu, lamento por isso (Um pouco só, mas lamento).
Boku no Hero 2 - A série continua firme e forte com seu clássico torneio na escola de magia! (Gosto muito quando vejo um pessoal incomodado quando falo que BnH é um anime de escola de magia hahaha)
Eu gosto de como o Deku aprendeu a usar a criatividade e estratégia para compensar a "falta" do seu Quirk, e também da direção que a obra está levando as coisas, sem precisar ficar sempre batendo na mesma tecla do personagem "ovelha negra" e não só dando os holofotes para ele, como colocando muitos como seus rivais.
Uma coisa boa da criatividade é o "meio", pois como o final é quase sempre previsível, o "meio" acaba sendo o atrativo maior, pois ainda pode surpreender (Ex: Que o grupo do Deku ia passar na segunda fase era mais óbvio que seu reflexo no espelho, mas não imaginei que o Tokoyami fosse ser o MVP da situação, grande cabeça de pássaro salvando o dia). Algumas trilha sonoras especiais do Yuuki Hayashi ajudam muito nos momentos importantes (Momentos dramáticos parece ser o dom do cara, seja em BnH, Haikyuu ou Kira Kira Precure), como uma pessoa bem suscetível a música, sempre vejo uma cena melhor quando é carregada de uma boa trilha sonora.
O anime continua divertido de assistir, embora em termos de conteúdo não tenha muito o que falar (E por isso esse comentário de 3 episódios vai terminar menos que o comentário de um review de um slice of life), é um anime que ao menos não tenta ser algo "especial" e acaba sendo algo decepcionante, então o aprecio pela simplicidade genuína mesmo.
Shingeki no Kyojin 2 - Kyojin trouxe alguns episódios bem legais nas últimas semanas, ainda me sinto um pouco deslocado vendo a maioria dos meus amigos surtando com o anime, enquanto eu, embora também goste, não ache dos melhores animes já feitos na última década ou algo do tipo. Porém, o potencial pra me fazer gostar mais que a primeira temporada está aí, pois o elemento que faltava está um pouco mais presente: A Historia, obviamente! (地口 Achieved!)
Talvez eu esteja observando demais o anime, pois muitos dos mistérios parecem bem óbvios pra mim (Tipo o Reiner possivelmente ser o Titã Encouraçado), mas ao menos estão alimentando o background da história do anime e começando a colocar algumas teorias em prática, e isso deixa a obra mais agradável e algo além de ação e cenas chocantes.
Outra coisa que vem me agradando desde o início é o destaque para os personagens secundários, estão desenvolvendo os personagens! Não achei que veria algo assim em SnK (No fim da S1, eu não lembrava o nome de quase ninguém fora os 3 principais).
Agora, ironia mesmo é a Ymir ser uma titã meio anã, já que seu nome vem do primeiro titã da mitologia nórdica, cujo corpo foi usado para criação da Terra inteira. Falando nela, toda a cena dela lutando contra os titãs foi muito boa e pela primeira vez nessa temporada, empolgante. Novamente, trilha sonora faz um bom papel nisso, ainda mais aqui.
Felizmente ela foi salva a tempo (Acredito eu, já que o Eren já passou por coisa parecida e sobreviveu por ser titã), depois de mais uma vez apelar para o shock value na hora de matar os dois oficiais lá, ao menos ela foi mantida viva (Afinal, esse é o papel dos personagens não-importantes aqui, terem mortes o mais chocante possível para compensar os importantes que sobreviverão). Mas esse quinto episódio foi o melhor até então, e o fato da metade dele ser um flashback não é coincidência, fica um pouco complicado quando você não se importa com ninguém no anime, então já é algo muito bom ter me dado a possibilidade de gostar um pouco mais das duas estrelas do episódio, Ymir e Christa. Saraba Da!
By : Testarossa
SukaSuka #02 e #03 - Estaria o drama pronto para o ataque?!
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SukaSuka continua com a boa preparação de terreno antes do rumo mais dramático nesses dois episódios, aproveitando para apresentar novas personagens, desenvolvê-las e explorar um pouco o mundo onde a história se passa e o passado do Willem.
A revelação óbvia foi o fato das meninas serem "armas humanas", criadas para o sacrifício, basicamente. Um bom exemplo de se mostrar o quão distorcido aquele mundo é, foi a cena da menina sangrando sem se importar com sua condição, tal como as outras meninas não se importando com a amiga ferida, elas foram criadas para terem essa mentalidade, pois na hora importante hesitar é um grande "erro" e pode fazer a missão falhar totalmente e todos serem destruídos pelo inimigo por causa disso, faz sentido, mas ainda é perturbador de certo ponto, já que em troca de adquirir essa mentalidade, as crianças perdem a oportunidade de saberem o que é realmente viver.
A história por trás das armas e das fadas suicidas é toda bem interessante, e o protagonista já parece estar ciente do que aquelas coisas eram, já que tem relação com seu passado. Toda essa situação dá mais força para a volta da Chtholly e da Ithea, que acabaram de voltar de uma batalha, com um adicional para os comentários da Itheia sobre a raça humana.
E então temos mais uma cena entre o Willem e a Chtholly, falando sobre como ela terá que se auto-destruir na próxima missão e o desejo dela de aprender e entender o que é ser uma garota normal, fazendo coisas normais que pessoas normais fazem, o que não vai ser tão fácil já que pro Willem todas ali são apenas crianças.
Por sinal, massagens são sempre super efetivas nos animes, sasuga! Hahaha.
O Willem obviamente não pretende deixar a Chtholly se auto-destruir, então começa a ser revelado um pouco do seu passado e conhecimento. Toda a cena da luta entre os dois mostrou bem a dificuldade da Chtholly em aceitar que eles todos estavam errados, e um monte de fadas haviam se matado quando era algo que podia ser evitado com o conhecimento certo, em aceitar que toda sua determinação e coragem para se sacrificar pelos outros era simplesmente um erro, mas bem, é assim que a vida funciona, não é? Há sempre algum ponto em que vivemos na ignorância e a falta de informação nos faz acreditar em algo errado, quando essa nova porta se abre, nos resta a escolha de aceitar o conhecimento, ou viver na negação por não conseguir aceitar suas crenças sendo se partindo em pedaços.
Falando no Willem, seu passado é trágico como o esperado, o inimigo foi vencido por ele, mas isso o colocou em um estado de petrificação por centenas de anos, só para despertar e descobrir que toda sua raça havia sido aniquilada, eu imagino (Só imagino, na prática é impossível entender) o quão deslocado do mundo ele se sentiu, ele meio que já não pertencia mais a aquela sociedade, um elemento de fora... Pelo menos ele conseguiu um amigo goblin, eu gosto daquele goblin.
Porém, tudo que ele passou ajudou a construir sua visão sobre o mundo atual, e a cena das crianças aceitando o que ele era foi bem bonita, nada mais justo já que ele as aceitou quando descobriu o que elas eram também. Para alguém como a Itheia, aquele modo de ver o mundo pode ter sido muito diferente do que ela acredita, mas certamente mexeu com ela de certa forma.
Por fim, a Chtholly foi forçada a aceitar a nova possibilidade para ela e as meninas, de certa forma ela forçadamente amadureceu, e de certa forma ela vivenciou emoções humanas que normalmente ela não teria, a cena final foi muito bonita e bem feita, com direito a promessa antes de ir para o campo de batalha, a maior death flag de todas!
Bem, sabemos que a Chtholly não vai morrer agora, mas as outras duas ainda estão na reta, e o próximo episódio parece que vai realmente começar o drama de verdade, ou talvez eu esteja enganado. Saraba Da!
A revelação óbvia foi o fato das meninas serem "armas humanas", criadas para o sacrifício, basicamente. Um bom exemplo de se mostrar o quão distorcido aquele mundo é, foi a cena da menina sangrando sem se importar com sua condição, tal como as outras meninas não se importando com a amiga ferida, elas foram criadas para terem essa mentalidade, pois na hora importante hesitar é um grande "erro" e pode fazer a missão falhar totalmente e todos serem destruídos pelo inimigo por causa disso, faz sentido, mas ainda é perturbador de certo ponto, já que em troca de adquirir essa mentalidade, as crianças perdem a oportunidade de saberem o que é realmente viver.
A história por trás das armas e das fadas suicidas é toda bem interessante, e o protagonista já parece estar ciente do que aquelas coisas eram, já que tem relação com seu passado. Toda essa situação dá mais força para a volta da Chtholly e da Ithea, que acabaram de voltar de uma batalha, com um adicional para os comentários da Itheia sobre a raça humana.
E então temos mais uma cena entre o Willem e a Chtholly, falando sobre como ela terá que se auto-destruir na próxima missão e o desejo dela de aprender e entender o que é ser uma garota normal, fazendo coisas normais que pessoas normais fazem, o que não vai ser tão fácil já que pro Willem todas ali são apenas crianças.
Por sinal, massagens são sempre super efetivas nos animes, sasuga! Hahaha.
O Willem obviamente não pretende deixar a Chtholly se auto-destruir, então começa a ser revelado um pouco do seu passado e conhecimento. Toda a cena da luta entre os dois mostrou bem a dificuldade da Chtholly em aceitar que eles todos estavam errados, e um monte de fadas haviam se matado quando era algo que podia ser evitado com o conhecimento certo, em aceitar que toda sua determinação e coragem para se sacrificar pelos outros era simplesmente um erro, mas bem, é assim que a vida funciona, não é? Há sempre algum ponto em que vivemos na ignorância e a falta de informação nos faz acreditar em algo errado, quando essa nova porta se abre, nos resta a escolha de aceitar o conhecimento, ou viver na negação por não conseguir aceitar suas crenças sendo se partindo em pedaços.
Falando no Willem, seu passado é trágico como o esperado, o inimigo foi vencido por ele, mas isso o colocou em um estado de petrificação por centenas de anos, só para despertar e descobrir que toda sua raça havia sido aniquilada, eu imagino (Só imagino, na prática é impossível entender) o quão deslocado do mundo ele se sentiu, ele meio que já não pertencia mais a aquela sociedade, um elemento de fora... Pelo menos ele conseguiu um amigo goblin, eu gosto daquele goblin.
Porém, tudo que ele passou ajudou a construir sua visão sobre o mundo atual, e a cena das crianças aceitando o que ele era foi bem bonita, nada mais justo já que ele as aceitou quando descobriu o que elas eram também. Para alguém como a Itheia, aquele modo de ver o mundo pode ter sido muito diferente do que ela acredita, mas certamente mexeu com ela de certa forma.
Por fim, a Chtholly foi forçada a aceitar a nova possibilidade para ela e as meninas, de certa forma ela forçadamente amadureceu, e de certa forma ela vivenciou emoções humanas que normalmente ela não teria, a cena final foi muito bonita e bem feita, com direito a promessa antes de ir para o campo de batalha, a maior death flag de todas!
Bem, sabemos que a Chtholly não vai morrer agora, mas as outras duas ainda estão na reta, e o próximo episódio parece que vai realmente começar o drama de verdade, ou talvez eu esteja enganado. Saraba Da!
By : Testarossa
DanMachi: Sword Oratoria #01 - Outra adaptação ruim apareceu! 😢
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DanMachi Sword Oratoria chegou para mostrar que não está disposto a realmente adaptar a obra original, mas sim ser, de fato, algo que vai estar sempre atrás da obra original.
As light novels de Sword Oratoria possuem seu próprio charme, sua própria história, seu próprio ritmo, e principalmente uma independência geral em relação a obra original, coisas que o anime não parece ter nenhum interesse, removendo grandes acontecimentos do primeiro volume a fim de chegar rapidamente no mesmo ponto do primeiro episódio de DanMachi: O encontro do Bell e da Ais.
Eu normalmente sigo uma politica de que adaptação é adaptação, obra original é obra original, e sempre tento ver o lado positivo das coisas. Mas quando se tem noção do que está sendo perdido nesse processo, você vê algo que tem muito potencial, se tornando algo que não vai chamar atenção como deveria, ter essa noção prejudica na hora de olhar para a adaptação diretamente.
O anime fez bem em apresentar todo mundo, mas remover uma luta de maior escala contra um monstro chefe, os mistérios extras que surgiriam na Dungeon e até mesmo a razão para a Familia Loki estar indo naquela expedição fez o anime ficar muito mais superficial e bem menos empolgante do que deveria.
A ação e os elementos de fantasia ainda estão lá, no entanto, então ainda continuou um episódio levemente divertido de assistir, diferente de Clockwork Planet, que tem uma história e personagens bem mais complexos, os erros cometidos na hora de adaptar o material original não prejudicou drasticamente o anime, só tirou o que faria o anime ser um bom destaque nessa temporada. Temos muitos personagens que ganharão destaque nesse anime, e muitos deles tem seu próprio carisma, então ainda serve como um bom meio de entretenimento, apesar dos problemas citados acima, esquecendo a obra original, o anime não fez muita coisa de errado.
Em todo caso, eu ainda posso assistir nem que seja pela Riveria!
Mas eu ainda recomendo a light novel (Ou o mangá, embora tenha seus problemas ainda é uma adaptação bem melhor), embora seja uma história bem mais sombria que DanMachi, ainda é de bem fácil leitura mesmo para quem não é muito acostumado, e vai valer muito mais a pena que o anime (Que tem seus próprios méritos, mas já não é algo que eu recomendaria com certeza). Saraba Da!
As light novels de Sword Oratoria possuem seu próprio charme, sua própria história, seu próprio ritmo, e principalmente uma independência geral em relação a obra original, coisas que o anime não parece ter nenhum interesse, removendo grandes acontecimentos do primeiro volume a fim de chegar rapidamente no mesmo ponto do primeiro episódio de DanMachi: O encontro do Bell e da Ais.
Eu normalmente sigo uma politica de que adaptação é adaptação, obra original é obra original, e sempre tento ver o lado positivo das coisas. Mas quando se tem noção do que está sendo perdido nesse processo, você vê algo que tem muito potencial, se tornando algo que não vai chamar atenção como deveria, ter essa noção prejudica na hora de olhar para a adaptação diretamente.
O anime fez bem em apresentar todo mundo, mas remover uma luta de maior escala contra um monstro chefe, os mistérios extras que surgiriam na Dungeon e até mesmo a razão para a Familia Loki estar indo naquela expedição fez o anime ficar muito mais superficial e bem menos empolgante do que deveria.
A ação e os elementos de fantasia ainda estão lá, no entanto, então ainda continuou um episódio levemente divertido de assistir, diferente de Clockwork Planet, que tem uma história e personagens bem mais complexos, os erros cometidos na hora de adaptar o material original não prejudicou drasticamente o anime, só tirou o que faria o anime ser um bom destaque nessa temporada. Temos muitos personagens que ganharão destaque nesse anime, e muitos deles tem seu próprio carisma, então ainda serve como um bom meio de entretenimento, apesar dos problemas citados acima, esquecendo a obra original, o anime não fez muita coisa de errado.
Em todo caso, eu ainda posso assistir nem que seja pela Riveria!
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| Na falta da Ryuu, a Riveria fica logo como segunda melhor personagem da franquia! |
By : Testarossa
Clockwork Planet #02 - A péssima adaptação continua!
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Já era o esperado, mas a adaptação cheio de problemas de Clockwork Planet continua. A partir desse ponto, o melhor a se fazer é considerar o anime não como uma adaptação, mas sim como uma obra baseada em uma novel, pois não só é algo muito corrido (O que aconteceu em 2, tinha que acontecer em, no mínimo, 3 e meio), como estão mudando (Para pior) a personalidade do protagonista, Naoto, e alguns elementos da história.
O problema é que, mesmo fingindo que não existe a light novel, o anime ainda continua com muitos defeitos.
É possível notar o que o anime quer fazer, mostrando as ações das duas duplas principais antes de ambas as partes se cruzarem, o anime só esqueceu que não dá pra se importar muito com o que está acontecendo se você não se importar com os personagens, ao invés de fazer tudo acontecer na velocidade da luz, deveriam ter desenvolvido as coisas mais lentamente antes de começar a realmente colocar os personagens em situações de tensão.
Enquanto isso, o Naoto continua bem inconsistente como personagem, o anime não se decide se quer fazê-lo ser um garoto tímido ou um pervertido, o que torna ele um personagem que tem ações baseadas no que o roteiro pede e não alguém realmente com personalidade própria.
Por outro lado, não é como se o anime só tivesse coisas ruins, a Marie teve bons momentos durante todo o episódio, sua personalidade ficou mais ou menos bem definida com as ações dela, mostrando a personalidade forte que ela tem e as crenças que ela segue, diferente do que muitos querem empurrar, ela não é uma tsundere só porque gritou "Bakaa~" (Fala original, por sinal), talvez muitos não saibam, mas "Baka" é uma palavra normal japonesa, não um atestado de tsundere, okay?
Ela é independente e segue a ideia de que não pode pensar que algo é impossível, vai até o fim para defender o que acha certo, mesmo que perca tudo no processo. O Halter se encaixa muito bem com ela como um pilar de suporte, dizem que você só precisa de uma pessoa que acredite de verdade em você para conseguir se manter de pé em qualquer circunstância, pode variar de pessoa para pessoa, mas seria o caso aqui.
As cenas de humor com a RyuZU continuam muito boas também, felizmente colocaram alguns diálogos que deveriam estar no episódio anterior, nesse episódio, tal como o fato de que ela foi criada a 1000 anos atrás.
No mais, estou bem desanimado com o anime, quando se conhece a obra original é muito difícil ignorar esse fato e fingir que nada me afeta, posso analisar separadamente, mas meu aproveitamento pessoal vai estar sempre prejudicado, espero que ao menos o segundo volume coloquem algum esforço a mais, nem que seja pouco. Saraba Da!
Já era o esperado, mas a adaptação cheio de problemas de Clockwork Planet continua. A partir desse ponto, o melhor a se fazer é considerar o anime não como uma adaptação, mas sim como uma obra baseada em uma novel, pois não só é algo muito corrido (O que aconteceu em 2, tinha que acontecer em, no mínimo, 3 e meio), como estão mudando (Para pior) a personalidade do protagonista, Naoto, e alguns elementos da história.
O problema é que, mesmo fingindo que não existe a light novel, o anime ainda continua com muitos defeitos.
É possível notar o que o anime quer fazer, mostrando as ações das duas duplas principais antes de ambas as partes se cruzarem, o anime só esqueceu que não dá pra se importar muito com o que está acontecendo se você não se importar com os personagens, ao invés de fazer tudo acontecer na velocidade da luz, deveriam ter desenvolvido as coisas mais lentamente antes de começar a realmente colocar os personagens em situações de tensão.
Enquanto isso, o Naoto continua bem inconsistente como personagem, o anime não se decide se quer fazê-lo ser um garoto tímido ou um pervertido, o que torna ele um personagem que tem ações baseadas no que o roteiro pede e não alguém realmente com personalidade própria.
Por outro lado, não é como se o anime só tivesse coisas ruins, a Marie teve bons momentos durante todo o episódio, sua personalidade ficou mais ou menos bem definida com as ações dela, mostrando a personalidade forte que ela tem e as crenças que ela segue, diferente do que muitos querem empurrar, ela não é uma tsundere só porque gritou "Bakaa~" (Fala original, por sinal), talvez muitos não saibam, mas "Baka" é uma palavra normal japonesa, não um atestado de tsundere, okay?
Ela é independente e segue a ideia de que não pode pensar que algo é impossível, vai até o fim para defender o que acha certo, mesmo que perca tudo no processo. O Halter se encaixa muito bem com ela como um pilar de suporte, dizem que você só precisa de uma pessoa que acredite de verdade em você para conseguir se manter de pé em qualquer circunstância, pode variar de pessoa para pessoa, mas seria o caso aqui.
As cenas de humor com a RyuZU continuam muito boas também, felizmente colocaram alguns diálogos que deveriam estar no episódio anterior, nesse episódio, tal como o fato de que ela foi criada a 1000 anos atrás.
No mais, estou bem desanimado com o anime, quando se conhece a obra original é muito difícil ignorar esse fato e fingir que nada me afeta, posso analisar separadamente, mas meu aproveitamento pessoal vai estar sempre prejudicado, espero que ao menos o segundo volume coloquem algum esforço a mais, nem que seja pouco. Saraba Da!
By : Testarossa
Shuumatsu Nani Shitemasu ka? Isogashii desu ka? Sukutte Moratte Ii desu ka? - Episódio #01
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SukaSuka também foi uma estreia que me agradou bastante em assistir, o anime trás uma ideia bem diferente do comum sem se perder muito das coisas que fazem um anime ser mais atraente.
Um mundo onde praticamente todos são homens-bestas e pessoas com aparência humana sofrem preconceito e racismo já é uma perspectiva bem interessante das coisas, não só nos atrai para querer saber o que virá no futuro, mas também pra saber o que aconteceu no passado e como o mundo terminou assim.
A trilha sonora veio com força, insert songs muito bonitas tocadas durante o anime, que é algo que acho muito bacana usar, ajuda bastante a se investir naquele mundo com aqueles personagens.
Já os protagonistas são bem interessantes, o anime mostrou uma boa capacidade de demonstrar facilmente como é a personalidade de cada um sem precisar de muita coisa, e as interações ficaram bem interessantes e naturais, e ao mesmo tempo que aproximavam os dois, aproveitaram para mostrar bem o mundo da obra.
O rumo que o anime tomou, colocando o Willem para tomar conta das crianças (As tais armas) foi feito bem naturalmente também, e já deixou a sensação de que tragédias são bem prováveis acontecerem, até pelo prólogo e epílogo desse episódio.
Falando nas crianças, todas elas são bem carismáticas e divertidas também, e considerando que o anime vai se passar durante alguma parte ali, com essa mistura de personalidade e a ideia geral do anime, vai ser algo não só bem divertido de assistir, mas provavelmente mais fácil de se envolver emocionalmente, o que pode se provar ser um erro caso o prólogo diga alguma coisa haha.
Falando no prólogo, parece mostrar algo que acontecerá futuramente. A garota de cabelo vermelho definitivamente é a Chtholly, o Willem estava lá com o mesmo uniforme, e os homem-bestas parecem realmente serem os vilões da vez, nesse caso eu imagino que o drama será pesado e dá pra criar altas expectativas para o rumo que o anime irá tomar, até pelo próprio autor da light novel estar trabalhando no anime, o que não só o salva de ser uma falha de adaptação como outros dessa temporadaclockworkplanet, como também cria a oportunidade de entrarmos em contato direto com o que o autor quis fazer sem precisar ir até sua obra original, estou realmente esperando um anime realmente bom aqui. Saraba Da!
P.S.: Assim como Zero no Sho, a partir do próximo episódio, colocarei "SukaSuka" no título ao invés desse parágrafo que é o nome.
Um mundo onde praticamente todos são homens-bestas e pessoas com aparência humana sofrem preconceito e racismo já é uma perspectiva bem interessante das coisas, não só nos atrai para querer saber o que virá no futuro, mas também pra saber o que aconteceu no passado e como o mundo terminou assim.
A trilha sonora veio com força, insert songs muito bonitas tocadas durante o anime, que é algo que acho muito bacana usar, ajuda bastante a se investir naquele mundo com aqueles personagens.
Já os protagonistas são bem interessantes, o anime mostrou uma boa capacidade de demonstrar facilmente como é a personalidade de cada um sem precisar de muita coisa, e as interações ficaram bem interessantes e naturais, e ao mesmo tempo que aproximavam os dois, aproveitaram para mostrar bem o mundo da obra.
O rumo que o anime tomou, colocando o Willem para tomar conta das crianças (As tais armas) foi feito bem naturalmente também, e já deixou a sensação de que tragédias são bem prováveis acontecerem, até pelo prólogo e epílogo desse episódio.
Falando nas crianças, todas elas são bem carismáticas e divertidas também, e considerando que o anime vai se passar durante alguma parte ali, com essa mistura de personalidade e a ideia geral do anime, vai ser algo não só bem divertido de assistir, mas provavelmente mais fácil de se envolver emocionalmente, o que pode se provar ser um erro caso o prólogo diga alguma coisa haha.
Falando no prólogo, parece mostrar algo que acontecerá futuramente. A garota de cabelo vermelho definitivamente é a Chtholly, o Willem estava lá com o mesmo uniforme, e os homem-bestas parecem realmente serem os vilões da vez, nesse caso eu imagino que o drama será pesado e dá pra criar altas expectativas para o rumo que o anime irá tomar, até pelo próprio autor da light novel estar trabalhando no anime, o que não só o salva de ser uma falha de adaptação como outros dessa temporada
P.S.: Assim como Zero no Sho, a partir do próximo episódio, colocarei "SukaSuka" no título ao invés desse parágrafo que é o nome.
By : Testarossa
Zero kara Hajimeru Mahou no Sho - Episódio #01
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Zero no Sho começou mais ou menos como eu esperava, ou seja, muito bom!
Há um bom tempo atrás, antes mesmo de existir algum anúncio de anime por perto, eu encontrei a light novel de Zero no Sho e rapidamente fiquei interessado nela, isso porque eu realmente gosto desse tipo de história de fantasia, quando vi que poderia ser algo no melhor estilo odisseia, eu realmente quis ler a obra original. No entanto, devido a diversos fatores diferentes, eu acabei não podendo ler e quando anunciaram a adaptação, eu decidi esperar pelo anime mesmo.
A história já começou de um jeito bem interessante, em um mundo que parece estar em uma fase parecida com a Inquisição. O protagonista (Youhei) ser de uma raça meio-homem, meio-animal é bem curioso também, embora definitivamente seja muito mais humano emocionalmente, enquanto a outra protagonista (Zero) é uma poderosa bruxa, como era de se esperar, os dois fazem uma combinação muito boa, parte pelo carisma que os dois possuem.
Os elementos de fantasia nessa odisseia parecem terem vindo de um anime clássico de mais de uma década atrás, o que honestamente, depois de tanto tempo, faz parecer algo novo e torna o anime bem fácil de assistir.
A premissa inicial trás diversas possibilidades para o futuro do anime, com o fato de terem que ir atrás do Grimório da Zero, que ela mesma escreveu e espalhou a magia pelo mundo, e o tal de 13º que também está atrás do livro, cria uma curiosidade grande em querer saber de onde tudo isso se originou.
Youhei, por outro lado, teve uma história trágica e triste, pelo preconceito por ele ser diferente, muita gente próxima teve que pagar o preço, o episódio fez bem em criar toda uma base para a sua personalidade, tanto seu lado bom quanto seu "lado ruim". Para mim, no entanto, o mais importante foi o anime ter mostrado cenas fortes sem precisar apelar para o "shock value", algo que realmente apreciei, mostrar é uma coisa, exagerar só pra afetar quem está assistindo é outra, e Zero no Sho ganhou pontos comigo por conta disso.
Enquanto isso, aparentemente nós já conhecemos o que pode ser o terceiro protagonista?
As explicações sobre as diferenças entre feitiçaria e magia foram muito legais, que bom que o anime não descartou detalhes assim, como normalmente adaptações de LNs fazem.
No fim, Zero no Sho foi uma estreia melhor do que eu esperava, e definitivamente fez eu me arrepender um pouco de não ter lido a LN quando eu pude muito tempo atrás, mas é certo que darei uma olhada quando o anime terminar. Saraba Da!
P.S.: A partir desse episódio, foi usar "Zero no Sho" no título do post também, só para avisar mesmo.
Há um bom tempo atrás, antes mesmo de existir algum anúncio de anime por perto, eu encontrei a light novel de Zero no Sho e rapidamente fiquei interessado nela, isso porque eu realmente gosto desse tipo de história de fantasia, quando vi que poderia ser algo no melhor estilo odisseia, eu realmente quis ler a obra original. No entanto, devido a diversos fatores diferentes, eu acabei não podendo ler e quando anunciaram a adaptação, eu decidi esperar pelo anime mesmo.
A história já começou de um jeito bem interessante, em um mundo que parece estar em uma fase parecida com a Inquisição. O protagonista (Youhei) ser de uma raça meio-homem, meio-animal é bem curioso também, embora definitivamente seja muito mais humano emocionalmente, enquanto a outra protagonista (Zero) é uma poderosa bruxa, como era de se esperar, os dois fazem uma combinação muito boa, parte pelo carisma que os dois possuem.
Os elementos de fantasia nessa odisseia parecem terem vindo de um anime clássico de mais de uma década atrás, o que honestamente, depois de tanto tempo, faz parecer algo novo e torna o anime bem fácil de assistir.
A premissa inicial trás diversas possibilidades para o futuro do anime, com o fato de terem que ir atrás do Grimório da Zero, que ela mesma escreveu e espalhou a magia pelo mundo, e o tal de 13º que também está atrás do livro, cria uma curiosidade grande em querer saber de onde tudo isso se originou.
Youhei, por outro lado, teve uma história trágica e triste, pelo preconceito por ele ser diferente, muita gente próxima teve que pagar o preço, o episódio fez bem em criar toda uma base para a sua personalidade, tanto seu lado bom quanto seu "lado ruim". Para mim, no entanto, o mais importante foi o anime ter mostrado cenas fortes sem precisar apelar para o "shock value", algo que realmente apreciei, mostrar é uma coisa, exagerar só pra afetar quem está assistindo é outra, e Zero no Sho ganhou pontos comigo por conta disso.
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| A cena mais chocante do episódio durou uns 2 segundos e com a coloração bem escura para mostrar o mínimo possível. |
As explicações sobre as diferenças entre feitiçaria e magia foram muito legais, que bom que o anime não descartou detalhes assim, como normalmente adaptações de LNs fazem.
No fim, Zero no Sho foi uma estreia melhor do que eu esperava, e definitivamente fez eu me arrepender um pouco de não ter lido a LN quando eu pude muito tempo atrás, mas é certo que darei uma olhada quando o anime terminar. Saraba Da!
P.S.: A partir desse episódio, foi usar "Zero no Sho" no título do post também, só para avisar mesmo.
By : Testarossa
Boku no Hero 2 e Shingeki no Kyojin 2 - Episódio #02
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Boku no Hero 2 - Depois de quase meio episódio de recapitulação semana passada, Boku no Hero não enrolou para começar de uma vez essa nova competição entre heróis. Apesar de parecer uma competição esportiva, as vantagens adquiridas pelos vencedores é grande o bastante para atiçar os desejos e sonhos dos jovens estudantes, o que coloca os nervos e crenças de todos contra a parede. Um dos destaques do episódio foi o Todoroki, que mesmo sendo o melhor da turma, ainda quer se superar, pois aparentemente tem algum problema com o pai, e para isso ele viu em Deku uma grande ameaça, já que o mesmo tinha a atenção do maior herói de todos. Isso cria o velho hype do "mais fraco" contra o mais forte, mas eu gostei que ao invés de seguir direto com o tradicional torneio 1 contra 1, fizeram disputas diferentes para colocar as habilidades e criatividade dos heróis em jogo, começando por uma corrida! Além de mostrar as capacidades do Todoroki, o anime ainda mandou bem em mostrar o crescimento mental do Deku, que dessa vez não vai ficar tremendo de medo e vai encarar os desafios com um sorriso no rosto.
Shingeki no Kyojin 2 - Kyojin está em uma vibe que estou até curtindo assistir, parando um pouco a ação constante que era na primeira temporada para focar na história, colocar mais mistérios no meio e atiçar nossa curiosidade sobre os segredos que estão em jogo ali. É importante mostrar para as pessoas que Kyojin não é só um anime sobre matar gigantes e nada mais, fazer as pessoas começarem a criar teorias e refletir sobre o que pode ser isso ou aquilo é sempre um bom sinal.
Outro bom ponto é o provável foco nos personagens secundários que o anime parece que vai dar, deixando um pouco de lado os protagonistas que já tiveram seu foco, e desenvolvendo mais os outros que realmente estavam precisando, boa parte ali eu mal lembro o nome, afinal.
No entanto, preciso voltar na tecla do "shock value", é sempre algo que me deixa com um gosto amargo na boca e atrapalha um pouco a experiência com o anime, é como um filme que fica tentando te dar susto toda hora, não é algo que eu aprecio e acaba sendo alguns pontos a menos comigo.
Os dois animes parecem que vão engatar em um ritmo muito bom, então estou esperando que venha uma melhora boa nos próximos episódios. Saraba Da!
Boku no Hero 2 - Depois de quase meio episódio de recapitulação semana passada, Boku no Hero não enrolou para começar de uma vez essa nova competição entre heróis. Apesar de parecer uma competição esportiva, as vantagens adquiridas pelos vencedores é grande o bastante para atiçar os desejos e sonhos dos jovens estudantes, o que coloca os nervos e crenças de todos contra a parede. Um dos destaques do episódio foi o Todoroki, que mesmo sendo o melhor da turma, ainda quer se superar, pois aparentemente tem algum problema com o pai, e para isso ele viu em Deku uma grande ameaça, já que o mesmo tinha a atenção do maior herói de todos. Isso cria o velho hype do "mais fraco" contra o mais forte, mas eu gostei que ao invés de seguir direto com o tradicional torneio 1 contra 1, fizeram disputas diferentes para colocar as habilidades e criatividade dos heróis em jogo, começando por uma corrida! Além de mostrar as capacidades do Todoroki, o anime ainda mandou bem em mostrar o crescimento mental do Deku, que dessa vez não vai ficar tremendo de medo e vai encarar os desafios com um sorriso no rosto.
Shingeki no Kyojin 2 - Kyojin está em uma vibe que estou até curtindo assistir, parando um pouco a ação constante que era na primeira temporada para focar na história, colocar mais mistérios no meio e atiçar nossa curiosidade sobre os segredos que estão em jogo ali. É importante mostrar para as pessoas que Kyojin não é só um anime sobre matar gigantes e nada mais, fazer as pessoas começarem a criar teorias e refletir sobre o que pode ser isso ou aquilo é sempre um bom sinal.
Outro bom ponto é o provável foco nos personagens secundários que o anime parece que vai dar, deixando um pouco de lado os protagonistas que já tiveram seu foco, e desenvolvendo mais os outros que realmente estavam precisando, boa parte ali eu mal lembro o nome, afinal.
No entanto, preciso voltar na tecla do "shock value", é sempre algo que me deixa com um gosto amargo na boca e atrapalha um pouco a experiência com o anime, é como um filme que fica tentando te dar susto toda hora, não é algo que eu aprecio e acaba sendo alguns pontos a menos comigo.
Os dois animes parecem que vão engatar em um ritmo muito bom, então estou esperando que venha uma melhora boa nos próximos episódios. Saraba Da!
By : Testarossa
Hinako Note - Episódio #01
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Hinako Note foi um anime que eu escolhi assistir sem ter muita ideia do que esperar, como alguém que adora slice of life, a única coisa que eu sabia é que não era uma escolha ruim.
Em 3 minutos de episódio eu já havia sido convencido que, sim, esse anime será ótimo! 😉
No momento em que a Hinako congelou pela primeira vez e virou um espantalho, e consequentemente me fez rir, eu soube que o anime iria valer a pena assistir. Piadas repetidas não costuma funcionar com todo mundo, mesmo comigo às vezes não funciona, é algo bem subjetivo, mas assim como em Gabriel DropOut, aqui certamente não será um problema pra mim, pois eu achei engraçado todas as vezes que a piada do espantalho foi usada. "Nada vale mais que uma boa risada", por isso estou com boas expectativas para esse anime.
A Kuina comendo livros foi bem engraçado também, adorei o estilo que fica alternando entre normal e chibi durante as cenas, deixou muita coisa mais engraçada pra mim. Embora as personagens sigam estereótipos já bem conhecidos em animes do tipo (O que não é um problema, vale dizer), suas peculiaridades destacam suas partes "únicas" e mescla bem com o humor do anime. Talvez seja só eu pensando demais, mas eu achei bem legal a cena em que a Hinako conta que ela trabalhava basicamente de espantalho na sua terra natal, e embora esperasse ser julgada, nada aconteceu, simplesmente porque as meninas são tão "exóticas" quanto ela e isso é uma realidade nossa, você nunca vai estar "sozinho" no mundo, só precisa de amigos que entendam/aceitem como você é, e sejam tão "estranhos" quanto você sem ter as mesmas preocupações, te incentivando a ser mais aberto sobre isso.
Em todo caso, falando de um outro elemento que foi de grande agrado pra mim:
Cenários. Se tem uma coisa que eu gosto muito de ficar vendo em qualquer tipo de mídia visual, são cenários bonitos. Ver esses cenários influencia muito na ambientação do anime, me deixa mais imerso naquele mundo, dá pra dizer que é um fanservice que alguns estúdios gostam de utilizar em algumas obras, a Passione já havia mostrado que sabia colocar alguns cenários muito bonitos em Rokka no Yuusha, e aqui ficou ainda melhor, eu não estou brincando nem exagerando quando eu digo que eu poderia assistir 20 minutos de cenários assim passando com uma boa música de fundo, ia ficar parecendo um documentário ou algo do tipo, mas não me incomodaria assistir algo assim não.
No fim das contas, essa foi uma ótima estreia que não só me entreteve, mas me fez rir bastante, e ainda teve personagens carismáticas, ou seja, tudo que eu poderia pedir de um slice of life. Eles parecem estar almejando um bom desenvolvimento com o sonho da Hinako em conduzir uma peça e perder a timidez excessiva, então eu iria gostar bastante de ver ela desenvolvendo e chegando no final do anime com uma atitude bem diferente do que foi nesse primeiro episódio, embora isso signifique, infelizmente, a perda da piada do espantalho, um mal necessário, talvez? Ao menos ela encaixaria muito bem no papel de árvore se atuasse em uma peça. Saraba Da!
Em 3 minutos de episódio eu já havia sido convencido que, sim, esse anime será ótimo! 😉
No momento em que a Hinako congelou pela primeira vez e virou um espantalho, e consequentemente me fez rir, eu soube que o anime iria valer a pena assistir. Piadas repetidas não costuma funcionar com todo mundo, mesmo comigo às vezes não funciona, é algo bem subjetivo, mas assim como em Gabriel DropOut, aqui certamente não será um problema pra mim, pois eu achei engraçado todas as vezes que a piada do espantalho foi usada. "Nada vale mais que uma boa risada", por isso estou com boas expectativas para esse anime.
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| Aquele choque de realidade quando você descobre que se gostasse de verdade dos seus livros, iria comê-los. |
Em todo caso, falando de um outro elemento que foi de grande agrado pra mim:
Cenários. Se tem uma coisa que eu gosto muito de ficar vendo em qualquer tipo de mídia visual, são cenários bonitos. Ver esses cenários influencia muito na ambientação do anime, me deixa mais imerso naquele mundo, dá pra dizer que é um fanservice que alguns estúdios gostam de utilizar em algumas obras, a Passione já havia mostrado que sabia colocar alguns cenários muito bonitos em Rokka no Yuusha, e aqui ficou ainda melhor, eu não estou brincando nem exagerando quando eu digo que eu poderia assistir 20 minutos de cenários assim passando com uma boa música de fundo, ia ficar parecendo um documentário ou algo do tipo, mas não me incomodaria assistir algo assim não.
No fim das contas, essa foi uma ótima estreia que não só me entreteve, mas me fez rir bastante, e ainda teve personagens carismáticas, ou seja, tudo que eu poderia pedir de um slice of life. Eles parecem estar almejando um bom desenvolvimento com o sonho da Hinako em conduzir uma peça e perder a timidez excessiva, então eu iria gostar bastante de ver ela desenvolvendo e chegando no final do anime com uma atitude bem diferente do que foi nesse primeiro episódio, embora isso signifique, infelizmente, a perda da piada do espantalho, um mal necessário, talvez? Ao menos ela encaixaria muito bem no papel de árvore se atuasse em uma peça. Saraba Da!
By : Testarossa
Clockwork Planet - Episódio #01
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E eis que começa a adaptação dessa light novel muito boa, prometendo ser um dos destaques dessa temporada de primavera e... E falhou, falhou muito.
Eu já não esperava muita coisa, pois era bem improvável que a Xebec, com a staff que tinha, conseguisse fazer uma boa adaptação de uma obra mais complexa e rica em conteúdo como Clockwork Planet, e mesmo assim terminei decepcionado ao chegar no fim do episódio.
A começar pela animação e arte, parecia estar assistindo a um anime de 10 anos atrás, o que não é necessariamente ruim, mas a animação ainda contou com muitos problemas visíveis até para alguém que não costuma ligar muito pra isso como eu.
Os primeiros minutos do episódio, que adaptavam o prólogo da LN, deveriam ser a parte que cria curiosidade na pessoa para continuar assistindo, mas decidiram remover o que fazia ser interessante (Parte do worldbuilding, um pouco de profundidade na situação dos personagens e o humor) e deixar apenas algumas cenas de ação nada empolgantes.
Cortando essa parte, deveríamos ver um bocado sobre o Naoto, a vida dele, personalidade, dom e etc, mas tudo isso foi removido e fomos direto para o encontro acidental dele com a RyuZU. Vale dizer que a personalidade dele foi um tanto alterada, para pior.
Todo o episódio foi corrido, tendo adaptado quase metade do volume 1 nesse primeiro episódio, algumas cenas acabam perdendo muito o impacto e parecendo forçadas, como o Naoto "salvando" a RyuZU dos marginais e depois ela se perguntando o que ele pensava dela, sendo que se encontraram "5 minutos" atrás.
Vale mencionar que a cena do "contrato" da RyuZU é bem rápida e menos apelativa na LN, mas a Xebec parece achar que algo assim é muito mais importante, o suficiente para estender a cena enquanto sensualiza ela muito mais, e removendo alguns diálogos que deveriam acontecer dando algumas informações importantes.
Algumas piadas foram alteradas por algum motivo, ficando menos engraçadas. Por exemplo, ao invés de nocautear os marginais, na LN a RyuZU picota a roupa deles e os deixa completamente nus, fazendo-os fugir de vergonha. Na cena da Marie no final, quando o Halter avisa ela e ela nota seu próprio estado, ao invés de ficar no clássico "Bakaaa~", ela pensa em bater no Halter, mas ao olhar para frente nota que ele já desapareceu.
Os volumes de Clockwork Planet costumam ter muito conteúdo, por isso precisaria de 5 ou 6 episódios para cada um deles, no ritmo que esse episódio 1 foi, o volume 1 inteiro seria adaptado em meros 3 episódios, embora eu acredite que eles vão diminuir ao menos um pouco o ritmo para fazer um volume a cada 4 episódios, o que ainda é ruim.
Esse início de história deveria ser a parte onde você conhece os protagonistas e cria um certo interesse neles, fazendo ficar a história mais divertida de acompanhar, mas quando removem tudo que faz os personagens serem interessantes e removem o que faz a história ser única, tudo que sobra é um anime que provavelmente vai confundir as pessoas sobre o que quer ser, não vai ter profundidade e talvez nem o carisma. Mas hey, talvez funcione pra você, assista e veja se concorda ou não com minha opinião, pois ao menos eu espero que outras pessoas consigam curtir o anime, o que provavelmente não vai acontecer comigo.
Ao menos a RyuZU estava ótima, os diálogos dela sempre conseguindo tirar alguma risada de mim mesmo diante de um primeiro episódio fraco assim, torcerei muito para uma melhora, mesmo que pequena. Saraba Da!
E eis que começa a adaptação dessa light novel muito boa, prometendo ser um dos destaques dessa temporada de primavera e... E falhou, falhou muito.
Eu já não esperava muita coisa, pois era bem improvável que a Xebec, com a staff que tinha, conseguisse fazer uma boa adaptação de uma obra mais complexa e rica em conteúdo como Clockwork Planet, e mesmo assim terminei decepcionado ao chegar no fim do episódio.
A começar pela animação e arte, parecia estar assistindo a um anime de 10 anos atrás, o que não é necessariamente ruim, mas a animação ainda contou com muitos problemas visíveis até para alguém que não costuma ligar muito pra isso como eu.
Os primeiros minutos do episódio, que adaptavam o prólogo da LN, deveriam ser a parte que cria curiosidade na pessoa para continuar assistindo, mas decidiram remover o que fazia ser interessante (Parte do worldbuilding, um pouco de profundidade na situação dos personagens e o humor) e deixar apenas algumas cenas de ação nada empolgantes.
Cortando essa parte, deveríamos ver um bocado sobre o Naoto, a vida dele, personalidade, dom e etc, mas tudo isso foi removido e fomos direto para o encontro acidental dele com a RyuZU. Vale dizer que a personalidade dele foi um tanto alterada, para pior.
Todo o episódio foi corrido, tendo adaptado quase metade do volume 1 nesse primeiro episódio, algumas cenas acabam perdendo muito o impacto e parecendo forçadas, como o Naoto "salvando" a RyuZU dos marginais e depois ela se perguntando o que ele pensava dela, sendo que se encontraram "5 minutos" atrás.
Vale mencionar que a cena do "contrato" da RyuZU é bem rápida e menos apelativa na LN, mas a Xebec parece achar que algo assim é muito mais importante, o suficiente para estender a cena enquanto sensualiza ela muito mais, e removendo alguns diálogos que deveriam acontecer dando algumas informações importantes.
Algumas piadas foram alteradas por algum motivo, ficando menos engraçadas. Por exemplo, ao invés de nocautear os marginais, na LN a RyuZU picota a roupa deles e os deixa completamente nus, fazendo-os fugir de vergonha. Na cena da Marie no final, quando o Halter avisa ela e ela nota seu próprio estado, ao invés de ficar no clássico "Bakaaa~", ela pensa em bater no Halter, mas ao olhar para frente nota que ele já desapareceu.
Os volumes de Clockwork Planet costumam ter muito conteúdo, por isso precisaria de 5 ou 6 episódios para cada um deles, no ritmo que esse episódio 1 foi, o volume 1 inteiro seria adaptado em meros 3 episódios, embora eu acredite que eles vão diminuir ao menos um pouco o ritmo para fazer um volume a cada 4 episódios, o que ainda é ruim.
Esse início de história deveria ser a parte onde você conhece os protagonistas e cria um certo interesse neles, fazendo ficar a história mais divertida de acompanhar, mas quando removem tudo que faz os personagens serem interessantes e removem o que faz a história ser única, tudo que sobra é um anime que provavelmente vai confundir as pessoas sobre o que quer ser, não vai ter profundidade e talvez nem o carisma. Mas hey, talvez funcione pra você, assista e veja se concorda ou não com minha opinião, pois ao menos eu espero que outras pessoas consigam curtir o anime, o que provavelmente não vai acontecer comigo.
Ao menos a RyuZU estava ótima, os diálogos dela sempre conseguindo tirar alguma risada de mim mesmo diante de um primeiro episódio fraco assim, torcerei muito para uma melhora, mesmo que pequena. Saraba Da!
By : Testarossa
Sakura Quest - Episódio #01
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Sakura Quest foi uma estreia bem divertida de assistir, sendo um fã de slice of life, eu não me importo em assistir 20 minutos de "nada" contanto que o anime me entretenha, e nesse aspecto Sakura Quest definitivamente entrega.
Normalmente slice of lifes evitam envolver uma história muito relevante, e esperar algo assim é um erro bem desnecessário caso saiba do que se trata cada gênero, dito isso, o ponto forte de um slice of life sempre acaba sendo seus personagens, tendo um cast interessante de personagens já evita o pior que pode acontecer em um anime do gênero. Já de cara nós temos a protagonista, Koharu, se mostrando uma personagem carismática e relacionável, alguém que saiu do interior pra cidade grande para estudar, e depois disso tentou conseguir um emprego, sempre falhando em toda entrevista. Essa é uma realidade que existe em incontáveis países por aí.
Mesmo estando naquela situação, ela ainda recusa a oferta da mãe de voltar para o interior e morar com ela, pois essa é outra realidade da maioria das pessoas: Quem cresceu no interior sonha em conhecer a cidade grande, e quando finalmente chega lá, de forma alguma deseja voltar às origens. Eu não nasci no interior, então confesso que tenho essa curiosidade oposta de querer conhecer a vida no interior (Tendo internet o resto é de boa!).
O que acontece é que o destino prega peças, e por uma grande coincidência a única proposta de emprego que ela consegue é justamente no interior.
O anime fez um bom trabalho em mostrar a situação de lá, o comércio funciona só na base do "passável", pela falta de movimento no local, é possível ver quase todas as lojas fechadas mesmo em plena luz do dia. A cidade é esquecida, e a última esperança de reerguer o que um dia aquela cidade foi é através da agência de turismo. A ideia é boa, trazer pessoas de fora pra cidade através do turismo permite o comércio voltar a funcionar bem, movimentar a cidade e quem sabe conseguir novos moradores também.
Apesar do pouco foco, os demais personagens secundários todos possuem o carisma necessário para manter o anime divertido, e eu realmente ri de algumas cenas aqui e ali, principalmente a do ônibus.
O anime ainda fez bem em deixar algumas questões no ar para plantar curiosidade no telespectador, sabemos que a garota da cabana vai ter algo a mais para nos contar (Provavelmente...), e descobrimos que o tal sonho da Koharu sem coroada rainha quando criança foi algo que aconteceu naquela cidade, o que achei curioso. Agora, o Chupa-Cabra eu realmente não esperava nem um pouco, apesar de não ser uma lenda originalmente brasileira, eu cresci ouvindo e lendo sobre ela na escola, então gostei bastante desse detalhe que colocaram.
No mais, Sakura Quest foi uma boa estreia para quem gosta do gênero, mas não surpreende em nada. Apesar disso, ela faz tudo que se propõe muito bem, de maneira muito natural, é natural ver coisas um pouco mais exageradas pra deixar o cotidiano mais interessante pra quem está assistindo, no entanto, em Sakura Quest eles realmente fazem algo muito comum, se dando ao trabalho de focar em detalhes extremamente mundanos, se isso é algo bom ou ruim depende de cada um, mas para mim foi um ponto extra bem importante. Estarei esperando que o anime continue a melhorar e se torne, de fato, um slice of life destacável. Saraba Da!
Normalmente slice of lifes evitam envolver uma história muito relevante, e esperar algo assim é um erro bem desnecessário caso saiba do que se trata cada gênero, dito isso, o ponto forte de um slice of life sempre acaba sendo seus personagens, tendo um cast interessante de personagens já evita o pior que pode acontecer em um anime do gênero. Já de cara nós temos a protagonista, Koharu, se mostrando uma personagem carismática e relacionável, alguém que saiu do interior pra cidade grande para estudar, e depois disso tentou conseguir um emprego, sempre falhando em toda entrevista. Essa é uma realidade que existe em incontáveis países por aí.
Mesmo estando naquela situação, ela ainda recusa a oferta da mãe de voltar para o interior e morar com ela, pois essa é outra realidade da maioria das pessoas: Quem cresceu no interior sonha em conhecer a cidade grande, e quando finalmente chega lá, de forma alguma deseja voltar às origens. Eu não nasci no interior, então confesso que tenho essa curiosidade oposta de querer conhecer a vida no interior (Tendo internet o resto é de boa!).
O que acontece é que o destino prega peças, e por uma grande coincidência a única proposta de emprego que ela consegue é justamente no interior.
O anime fez um bom trabalho em mostrar a situação de lá, o comércio funciona só na base do "passável", pela falta de movimento no local, é possível ver quase todas as lojas fechadas mesmo em plena luz do dia. A cidade é esquecida, e a última esperança de reerguer o que um dia aquela cidade foi é através da agência de turismo. A ideia é boa, trazer pessoas de fora pra cidade através do turismo permite o comércio voltar a funcionar bem, movimentar a cidade e quem sabe conseguir novos moradores também.
Apesar do pouco foco, os demais personagens secundários todos possuem o carisma necessário para manter o anime divertido, e eu realmente ri de algumas cenas aqui e ali, principalmente a do ônibus.
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| Excelente escolha, esse pessoal do fundão é sempre perigoso! |
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| Nem imagino a dificuldade que deve ser para uma garota do interior conseguir um emprego no Japão. |
By : Testarossa
Bate-Papo Pré-Lançamento - Clockwork Planet
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É difícil prever como algo será e como as pessoas reagirão a isso quando se tem tantos fatores que influenciam na imagem geral de uma série, e o "choque" de ver como as coisas andam próximas do lançamento de Clockwork Planet me fez escrever esse post.
Clockwork Planet é uma obra que eu jurava que chamaria uma atenção positiva das pessoas, tendo uma história única e interessante ao mesmo tempo que era feito pelo mesmo autor de No Game No Life (Em colaboração com a autora Tsubaki Himana), uma série que caiu na graça da maioria por diversos aspectos, mesmo tendo uma premissa nada original (O que pra mim não faz diferença, mas entendo (Um pouco) quem acha que faz).
No entanto, diversos fatores vieram com o anuncio do anime que fizeram a recepção ser bem dividida, com muitas pessoas jurando que o anime seria péssimo (???). Embora faltem apenas 5 dias para o lançamento do anime, eu quero falar um pouco sobre alguns desses fatores e algumas adições que quero fazer.
"A sinopse é desanimadora" - Uma das maiores reclamações é a sinopse do anime (E só mais um dos casos que reforça minha ideia de que sinopses não deviam mais existir), com uma premissa tão interessante e sabendo como a sinopse era, eu fiquei surpreso com essa reação de muitas pessoas e resolvi investigar. E eis que, para minha não surpresa, essa ideia vinha da sinopse do nossosarcasmo querido e confiável sarcasmo MyAnimeList. OK, a sinopse foi tirada do Amazon, mas um site "informativo" como o MAL deveria ao menos se dar ao trabalho de traduzir a sinopse oficial, mas eles não ligam e deixam normalmente nas mãos de outras pessoas, que por sua vez trazem sinopses mal feitas e preguiçosas como aquela e espalham desinformação. Um pouco de esforço usando o site original do anime ou a wikipedia japonesa resolveriam o problema, se olharem bem a sinopse de várias linhas explicando a história foi simplesmente ignorada e só a última linha que diz respeito ao primeiro evento da obra (Garota caindo do céu na casa do protagonista) foi colocada, o que infelizmente faz muitos desistirem de assistir pela mania de querer decidir o que é ou o que não é bom baseado em uma sinopse.
"Eu li o mangá e não achei nada demais" - Vejamos... Se alguém falasse que No Game No Life não é nada demais porque leram o mangá, o que você diria? E se dissessem que Berserk é ruim porque viram o anime (De 2016/2017)? Bem estupido, não é? Julgar uma obra pela adaptação já é estúpido, julgar uma adaptação por outra adaptação não é nem um pouco melhor. Quer achar o mangá bom ou ruim depois de ler? Ache o mangá bom ou ruim, não ache o anime ou a light novel bons ou ruins porque você leu um mangá.
A grande maioria das adaptações de light novel em mangás costumam ser de razoáveis pra ruins, existem poucas exceções, e Clockwork Planet não é uma delas. O mangá se encontra com 27 capítulos e no início do volume 3 da LN, quando deveria estar na metade do 2 a essa altura, os volumes de Clockwork Planet contem muito conteúdo, o que é algo que falarei mais pra frente, então parem de tentar dizer que a laranja é ruim porque você não gosta de doces feitos com laranja. Quer realmente ter uma ideia do que a obra se trata antes de assistir ao anime? Pare de ser preguiçoso e pegue a obra original pra ler, não usa a adaptação pra isso e tente parecer que sabe do que está falando, porque você definitivamente não sabe.
PVs - Eu não sei o que aconteceu exatamente, mas os PVs lançados pro anime foram muito ruins, não dizem nada sobre o anime, são muito curtos, parecem mais breves comerciais do que PVs, e isso obviamente serviu como impacto negativo, o que é compreensível e cria um certo medo do que está por vir.
Estúdio/Staff - Confesso que pra uma obra diferente e mais complexa/inteligente assim eu esperava um estúdio melhor, e uma staff melhor, mas não aconteceu e tornou tudo bem mais preocupante. Quero ter esperanças de que vão acertar, mas é bem provável que não vão.
Ritmo de Adaptação - Meu maior medo é o quanto vão adaptar em 12 episódios, eu tenho quase certeza que serão 3 volumes, e isso é bem preocupante, como disse mais acima, os volumes da LN contém bastante conteúdo cada um deles, o bastante para fazer 5 ou 6 episódios por volume sem parecer muito estagnado, Clockwork Planet não é uma obra de ação, se tirar a parte boa pra fazer algo corrido a fim de ficar mais movimentado, não vai ficar bom. Dito isso, o fim do volume 2 é um ponto bem complicado pra se terminar o anime, a não ser que seja split-cour (24 episódios separados em 2 temporadas de 12), não seria uma boa terminar ali, o início do volume 3 já é uma parte melhor, o que eu faria era tentar adaptar o máximo de cada volume possível em 11 episódios e fechar o anime com o início do volume 3. Mas raramente fazem coisas desse tipo.
"Se a adaptação for boa, eu vou gostar?" - Se você gostou de No Game No Life, definitivamente! Já vi tentarem usar o fato de ser uma colaboração entre 2 autores pra descartar a possibilidade de "ser como NGNL", não sejam bobos! Clockwork Planet possui várias características do Yuu Kamiya nos personagens, na história e no nível de inteligência da obra. O volume 2 me causou grande impacto em algumas partes, no desenvolvimento complexo e extremamente bem feito de um personagem (Que muito provavelmente vai ser mal feito no anime 😒), é uma série muito boa, e se for bem adaptada será uma assistida que valerá a pena, embora, assim como No Game No Life, dependa de clichês aqui e ali (Qual obra que não?).
A maior motivação pra eu fazer todo esse post não foi nem o fato de estarem falando bobagens de algo que nem conhecem, isso as pessoas adoram fazer a todo momento, por isso nem ligo, mas sim pelo fato que muitas pessoas estão desistindo antes de sequer tentar, isso sim é um problema. Já pensou se sempre desistíssemos de algo antes de sequer tentar porque achamos que não vai dar certo? Ou porque pessoas falaram isso ou aquilo? Não sairíamos mais do lugar, saia da defensiva, abra sua mente e arrisque. No pior dos casos você só vai perder 20 minutos semanais (Podendo dropar quando quiser). Fica aí meu incentivo, e com isso... Saraba Da!
É difícil prever como algo será e como as pessoas reagirão a isso quando se tem tantos fatores que influenciam na imagem geral de uma série, e o "choque" de ver como as coisas andam próximas do lançamento de Clockwork Planet me fez escrever esse post.
Clockwork Planet é uma obra que eu jurava que chamaria uma atenção positiva das pessoas, tendo uma história única e interessante ao mesmo tempo que era feito pelo mesmo autor de No Game No Life (Em colaboração com a autora Tsubaki Himana), uma série que caiu na graça da maioria por diversos aspectos, mesmo tendo uma premissa nada original (O que pra mim não faz diferença, mas entendo (Um pouco) quem acha que faz).
No entanto, diversos fatores vieram com o anuncio do anime que fizeram a recepção ser bem dividida, com muitas pessoas jurando que o anime seria péssimo (???). Embora faltem apenas 5 dias para o lançamento do anime, eu quero falar um pouco sobre alguns desses fatores e algumas adições que quero fazer.
"A sinopse é desanimadora" - Uma das maiores reclamações é a sinopse do anime (E só mais um dos casos que reforça minha ideia de que sinopses não deviam mais existir), com uma premissa tão interessante e sabendo como a sinopse era, eu fiquei surpreso com essa reação de muitas pessoas e resolvi investigar. E eis que, para minha não surpresa, essa ideia vinha da sinopse do nosso
"Eu li o mangá e não achei nada demais" - Vejamos... Se alguém falasse que No Game No Life não é nada demais porque leram o mangá, o que você diria? E se dissessem que Berserk é ruim porque viram o anime (De 2016/2017)? Bem estupido, não é? Julgar uma obra pela adaptação já é estúpido, julgar uma adaptação por outra adaptação não é nem um pouco melhor. Quer achar o mangá bom ou ruim depois de ler? Ache o mangá bom ou ruim, não ache o anime ou a light novel bons ou ruins porque você leu um mangá.
A grande maioria das adaptações de light novel em mangás costumam ser de razoáveis pra ruins, existem poucas exceções, e Clockwork Planet não é uma delas. O mangá se encontra com 27 capítulos e no início do volume 3 da LN, quando deveria estar na metade do 2 a essa altura, os volumes de Clockwork Planet contem muito conteúdo, o que é algo que falarei mais pra frente, então parem de tentar dizer que a laranja é ruim porque você não gosta de doces feitos com laranja. Quer realmente ter uma ideia do que a obra se trata antes de assistir ao anime? Pare de ser preguiçoso e pegue a obra original pra ler, não usa a adaptação pra isso e tente parecer que sabe do que está falando, porque você definitivamente não sabe.
PVs - Eu não sei o que aconteceu exatamente, mas os PVs lançados pro anime foram muito ruins, não dizem nada sobre o anime, são muito curtos, parecem mais breves comerciais do que PVs, e isso obviamente serviu como impacto negativo, o que é compreensível e cria um certo medo do que está por vir.
Estúdio/Staff - Confesso que pra uma obra diferente e mais complexa/inteligente assim eu esperava um estúdio melhor, e uma staff melhor, mas não aconteceu e tornou tudo bem mais preocupante. Quero ter esperanças de que vão acertar, mas é bem provável que não vão.
Ritmo de Adaptação - Meu maior medo é o quanto vão adaptar em 12 episódios, eu tenho quase certeza que serão 3 volumes, e isso é bem preocupante, como disse mais acima, os volumes da LN contém bastante conteúdo cada um deles, o bastante para fazer 5 ou 6 episódios por volume sem parecer muito estagnado, Clockwork Planet não é uma obra de ação, se tirar a parte boa pra fazer algo corrido a fim de ficar mais movimentado, não vai ficar bom. Dito isso, o fim do volume 2 é um ponto bem complicado pra se terminar o anime, a não ser que seja split-cour (24 episódios separados em 2 temporadas de 12), não seria uma boa terminar ali, o início do volume 3 já é uma parte melhor, o que eu faria era tentar adaptar o máximo de cada volume possível em 11 episódios e fechar o anime com o início do volume 3. Mas raramente fazem coisas desse tipo.
"Se a adaptação for boa, eu vou gostar?" - Se você gostou de No Game No Life, definitivamente! Já vi tentarem usar o fato de ser uma colaboração entre 2 autores pra descartar a possibilidade de "ser como NGNL", não sejam bobos! Clockwork Planet possui várias características do Yuu Kamiya nos personagens, na história e no nível de inteligência da obra. O volume 2 me causou grande impacto em algumas partes, no desenvolvimento complexo e extremamente bem feito de um personagem (Que muito provavelmente vai ser mal feito no anime 😒), é uma série muito boa, e se for bem adaptada será uma assistida que valerá a pena, embora, assim como No Game No Life, dependa de clichês aqui e ali (Qual obra que não?).
A maior motivação pra eu fazer todo esse post não foi nem o fato de estarem falando bobagens de algo que nem conhecem, isso as pessoas adoram fazer a todo momento, por isso nem ligo, mas sim pelo fato que muitas pessoas estão desistindo antes de sequer tentar, isso sim é um problema. Já pensou se sempre desistíssemos de algo antes de sequer tentar porque achamos que não vai dar certo? Ou porque pessoas falaram isso ou aquilo? Não sairíamos mais do lugar, saia da defensiva, abra sua mente e arrisque. No pior dos casos você só vai perder 20 minutos semanais (Podendo dropar quando quiser). Fica aí meu incentivo, e com isso... Saraba Da!
By : Testarossa
Boku no Hero 2 e Shingeki no Kyojin 2 - Episódio #01
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Decidi ir comentando o que eu achar legal de comentar nessa temporada, como tanto BnH quanto SnK não são animes que geralmente gera muito conteúdo "comentável" por episódio, resolvi unir os dois em um único post já que ambos saem sábado.
Boku no Hero 2 - Quase metade do episódio foi recapitulação, o que já corta bastante do que tem pra comentar. Uma das coisas que achei bem curiosas foi que eu nunca tinha parado pra pensar no nome real do All Might, quando foi revelado ser "Toshinori Yagi" pelo velho misterioso isso me veio à mente, é algo que normalmente não paramos pra pensar, mas se já são poucos que sabem o segredo do All Might, quantos sabem seu verdadeiro nome? Suponho que menos pessoas ainda, mas posso estar enganado.
O tal festival escolar promete ser muito bom, só pela abertura e alguns foreshadowings envolvendo o Todoroki já dá pra notar que esse "festival escolar" tem muito mais a oferecer do que só uma festa entre alunos (Até pelo simples fato de ser algo comparável aos Jogos Olímpicos.), considerando como animes de "escola de magia" funcionam, já espero alguma espécie de torneio entre alunos, pois quem não quer ver o circo pegar fogo entre todos esses personagens carismáticos?
Shingeki no Kyojin 2 - Interessante o anime, apesar da breve recapitulação no começo, ter voltado direto de onde parou, como se não existisse esse intervalo de 4 anos entre as temporadas. Esse titã cimentado na muralha parece carregar muitos mistérios, e o padre parece saber, mas não parece estar disposto a contar, pra variar. "O maior feito dos humanos é a sua própria autodestruição" é um conceito constantemente usado nos animes, não seria diferente aqui, quanto pior a situação, menos racionais somos.
Do outro lado, temos a apresentação do titã macaco, que ironicamente, diferente dos titãs "humanos", é inteligente e fala. A breve conversa dele com o Mike sugeriu que existe outra sociedade sem ser a que vive nas muralhas, seria um plot twist interessante, uma parcela sobrevivente da humanidade sendo forçada a viver eternamente na ignorância dentro das muralhas apenas esperando seu fim.
A cena final, no entanto, foi bem desnecessariamente chocante. Como alguém que detesta o uso excessivo de "shock value", não podia deixar de expressar meu desconforto assistindo aquilo, outras cenas chocantes na primeira temporada normalmente eram bem mais rápidas e efetivas.
Os dois episódios foram mais uma reintrodução pro anime, agora estou mais preparado para, de fato, voltar a assistir essas duas continuações. Saraba Da!
Decidi ir comentando o que eu achar legal de comentar nessa temporada, como tanto BnH quanto SnK não são animes que geralmente gera muito conteúdo "comentável" por episódio, resolvi unir os dois em um único post já que ambos saem sábado.
Boku no Hero 2 - Quase metade do episódio foi recapitulação, o que já corta bastante do que tem pra comentar. Uma das coisas que achei bem curiosas foi que eu nunca tinha parado pra pensar no nome real do All Might, quando foi revelado ser "Toshinori Yagi" pelo velho misterioso isso me veio à mente, é algo que normalmente não paramos pra pensar, mas se já são poucos que sabem o segredo do All Might, quantos sabem seu verdadeiro nome? Suponho que menos pessoas ainda, mas posso estar enganado.
O tal festival escolar promete ser muito bom, só pela abertura e alguns foreshadowings envolvendo o Todoroki já dá pra notar que esse "festival escolar" tem muito mais a oferecer do que só uma festa entre alunos (Até pelo simples fato de ser algo comparável aos Jogos Olímpicos.), considerando como animes de "escola de magia" funcionam, já espero alguma espécie de torneio entre alunos, pois quem não quer ver o circo pegar fogo entre todos esses personagens carismáticos?
Shingeki no Kyojin 2 - Interessante o anime, apesar da breve recapitulação no começo, ter voltado direto de onde parou, como se não existisse esse intervalo de 4 anos entre as temporadas. Esse titã cimentado na muralha parece carregar muitos mistérios, e o padre parece saber, mas não parece estar disposto a contar, pra variar. "O maior feito dos humanos é a sua própria autodestruição" é um conceito constantemente usado nos animes, não seria diferente aqui, quanto pior a situação, menos racionais somos.
Do outro lado, temos a apresentação do titã macaco, que ironicamente, diferente dos titãs "humanos", é inteligente e fala. A breve conversa dele com o Mike sugeriu que existe outra sociedade sem ser a que vive nas muralhas, seria um plot twist interessante, uma parcela sobrevivente da humanidade sendo forçada a viver eternamente na ignorância dentro das muralhas apenas esperando seu fim.
A cena final, no entanto, foi bem desnecessariamente chocante. Como alguém que detesta o uso excessivo de "shock value", não podia deixar de expressar meu desconforto assistindo aquilo, outras cenas chocantes na primeira temporada normalmente eram bem mais rápidas e efetivas.
Os dois episódios foram mais uma reintrodução pro anime, agora estou mais preparado para, de fato, voltar a assistir essas duas continuações. Saraba Da!
By : Testarossa
















































